Autor: Águia Branca

NOVA SUBESTAÇÃO DA EMAE ENTRA EM FASE FINAL DE MONTAGEM

Equipamento na Usina São Paulo, mais eficiente, também permitirá ocupação de área para projeto do Novo Rio Pinheiros

Segundo o governo paulista, a nova subestação de energia da Usina São Paulo – antiga Usina de Traição, às margens do Rio Pinheiros – deve entrar em funcionamento ainda neste semestre. As obras, realizadas pela Emae – Empresa Metropolitana de Águas e Energia, foram iniciadas em maio de 2020 sob investimento de R$ 40 milhões.

Com tecnologia mais avançada do que a estação transformadora de usina (ETU), a nova subestação está sendo construída no conceito de GIS (subestação isolada a gás) e contará com transformadores isolados a óleo vegetal. Como ocupará uma área menor do que a atual, o espaço periférico da usina será utilizado para os projetos do programa “Novo Rio Pinheiros”, que prevê a despoluição do rio e a revitalização do seu entorno até 2022.

Já foram realizadas a topografia do terreno e as sondagens e resistividade do solo, item preparatório para a execução da malha de aterramento da subestação, que fica em terreno ao lado da ETU ainda em operação. Outras ações em curso são a fabricação de cinco transformadores e de equipamentos de alta tensão relativos à parte compacta a gás. A fabricação dos elementos de concreto pré-moldado da estrutura da edificação já foi concluída, restando apenas a fase de acabamento das peças. A execução da malha de aterramento da nova subestação também segue em andamento.

A função da subestação é suprir de energia as bombas da Usina São Paulo, que bombeiam as águas do trecho inferior do rio, compreendido entre a Estrutura de Retiro, que fica na confluência com o rio Tietê, e a própria usina para o trecho superior, que vai da usina São Paulo até a usina elevatória de Pedreira, junto ao reservatório Billings. Atualmente as operações de bombeamento ocorrem em períodos de chuvas para evitar o transbordamento do rio Pinheiros.

O contrato para o fornecimento, instalação e implantação da subestação compacta a gás na Usina São Paulo foi assinado em 5 de maio do ano passado na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. O consórcio que implementa a obra é o TSEA Energia/HERSA.

Fonte: Eletricidade Moderna

VOCÊ CONHECE A ISO 45001 E SUA IMPORTÂNCIA?!

Esta resolução tem como objetivo a melhoria da sua empresa em muitos aspectos. Mas fique atento às datas de regulamentação da ISO 45001! Se a sua empresa possui a OHSAS 18001, certamente será necessário migrar para a nova resolução. Confira nosso artigo e conheça todos os detalhes.

O QUE É ISO 45001?

A ISO 45001 é uma norma internacional para o Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (SGSSO), a qual traz como foco a melhoria do desempenho de qualquer empresa em termos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST).

Esta norma foi desenvolvida baseando-se em dados coletados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a qual estimou-se que 2,3 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças e acidentes de trabalho.

Segundo a própria norma, uma organização é responsável pela saúde e segurança ocupacional dos trabalhadores e outros que podem ser afetados por suas atividades. Esta responsabilidade inclui promover e proteger sua saúde física e mental.

Por se tratar de um sistema internacional criado pela ISO (International Organization for Standardization) – que é uma organização fundada em 1946 e sediada em Genebra, na Suíça, com o propósito de desenvolver e promover normas que possam ser utilizadas por todos os países do mundo – é uma ferramenta que pode ser adotada por qualquer empresa, de qualquer porte e por isso é a norma mais conhecida e adotada em todo o mundo pelas empresas de sucesso.

PARA QUE SERVE?

A ISO 45001 tem como objetivo fornecer uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades identificados na empresa, a fim de que seja possível prevenir lesões e problemas de saúde ocupacional e proporcionar ambientes de trabalho seguros e saudáveis.

A norma reforça a importância de ações preventivas, mostrando que um sistema de gestão de SSO pode ser mais efetivo e eficiente ao tomar medidas antecipadas durante a abordagem de riscos e oportunidades. Desta forma, será possível evitar algum evento não desejado pela empresa e que exponha os colaboradores a riscos à sua saúde e integridade.

O desempenho da empresa e melhoria da Gestão de SSO acontecerá através:

– Do desenvolvimento e implementação de uma política e objetivos de SST;

– Do envolvimento da alta direção demonstrando liderança e comprometimento no que diz respeito ao sistema de gestão de SST;

– De estabelecer processos que considerem seu contexto e que leve em conta os seus riscos e suas oportunidades;

– Em determinar os perigos e riscos de SST associados às atividades, buscando eliminá-los ou minimizando seus efeitos potenciais;

– Do aumento da conscientização dos perigos e riscos de SST e dos controles operacionais associados, através de informação, comunicação e treinamento;

– Do desenvolvimento e apoio a uma cultura de segurança e saúde ocupacional na organização;

– Da avaliação do seu desempenho de SST e inserção da melhoria contínua;

QUAIS AS VANTAGENS NA IMPLANTAÇÃO DA ISO 45001?

São inúmeros os benefícios da implementação da ISO 45001 em uma organização. Dentre eles, podemos citar:

– Facilitar a implantação de mais de uma norma ISO, através da adoção da Estrutura de Alto Nível, Anexo SL, gerando menos conflitos, duplicação e equívocos;

– Melhorar o gerenciamento dos perigos, riscos e oportunidades relacionadas à saúde e segurança do trabalhador;

– Estabelecer controles que reduzem riscos e acidentes do trabalho;

– Com a redução de acidentes, há a melhoria da qualidade de vida do colaborador, além da redução dos custos que um acidente pode gerar;

– Reduzir prejuízos financeiros devido a multas e passivos trabalhistas;

– Diminuir índices de afastamentos e turn over.

A ESTRUTURA DA ISO 45001

A partir de 2012, as normas ISO apresentam o modelo de estrutura baseado no Anexo SL (Structure Level), o qual fala especificamente das diretivas da Norma do Sistema de Gestão. Com isto, as organizações possuem uma maior facilidade na integração ao certificar duas ou mais das Normas de Sistemas de Gestão, como por exemplo, na implantação do Sistema de Gestão Integrado (SGI) envolvendo as ISO 14001 (Sistema de Gestão do Meio Ambiente), ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) e ISO 45001.

Esta estrutura torna-se igual para todas as normas de Sistemas de Gestão publicadas pela ISO, com a seguinte formação:

1 – Escopo

2 – Referência Normativa

3 – Termos e Definições

4 – Contexto da Organização

5 – Liderança

6 – Planejamento

7 – Apoio

8 – Operação

9 – Avaliação de Desempenho

10 – Melhoria

FATORES DE SUCESSO

A escolha em implantar um Sistema de Gestão de SSO é uma decisão estratégica e operacional para a empresa. Seu sucesso está diretamente relacionado ao comprometimento da liderança e participação de todos os níveis e funções da organização.

A implementação e sustentabilidade do Sistema de Gestão, sua eficácia e capacidade de atingir seus objetivos dependem de diversos fatores-chaves, como por exemplo:

– Liderança e comprometimento da alta direção;

– Participação e dedicação dos trabalhadores;

– Integração do sistema de gestão SST em processos de negócio da organização;

– A contínua avaliação e monitoramento do sistema de gestão de SSO para melhorar o desempenho de SSO.

AUDITORIA E CERTIFICAÇÃO

Para uma organização obter a certificação, ela precisa passar por uma auditoria de certificação. Este processo cabe aos organismos de certificação (ou certificadores), que são reconhecidas pelo IAF (International Accreditation Forum).

No Brasil, o representante do IAF é o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

O QUE FAZER COM A OHSAS 18001?

Se sua empresa possuía certificação OHSAS 18001 (Occupational Health and Safety Assessment Series) ela deverá migrar para a ISO 45001, pois a OHSAS será descontinuada. As empresas terão o prazo de 3 anos a partir da data de sua publicação (12 de março de 2018) para realizar esta transição, mas atente-se ao prazo! O quanto antes planejado, maior a garantia do sucesso da implantação.

Fonte: Templum
imagem: Pixabay

COMO FUNCIONA O SISTEMA SOLAR FOTOVOLTAICO?

Conheça os procedimentos de instalação, vantagens e desvantagens do sistema fotovoltaico! Confira nosso artigo.

Hoje o sistema Fotovoltaico funciona com a captação da luz solar através das placas fotovoltaicas, sendo estas instaladas no telhado de uma casa residencial, ou prédio. Eles também podem ser instalados em solo, fazendas, ou usinas fotovoltaicas.

Como homologar meu sistema na companhia de fornecimento?

É elaborado um projeto executivo, junto aos documentos de Registro, tanto na companhia quanto na ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Após o projeto aprovado, a companhia faz uma visita ao local para averiguar as instalações. Tendo a aprovação, é substituído o medidor do cliente para um que faz a leitura da energia gerada pelo sistema.

Na fatura do cliente?

Tomamos exemplo de um cliente, com consumo de até R$1000,00/mês, sem o sistema estar instalado! Com o sistema instalado, o mínimo que o cliente paga é em torno de R$100,00/mês. Ou seja, uma economia de 90%.

Com uma simples comparação de consumo-gastos, podemos observar de maneira concreta os resultados desta economia! Em um período de 5 anos (60 meses, prazo médio de financiamento) pagaremos R$68.000,00, considerando alteração dos impostos, à companhia responsável pela distribuição de energia. Enquanto isso, com o sistema instalado, este valor cai drasticamente para R$7.080. Economia de R$60.920,00, este seria o valor aproximado do sistema.

Supondo, depois de 5 anos o cliente não paga mais o sistema. Então em mais 5 anos, o cliente economizou R$60.920,00. Isso em 25 anos são mais de R$243.689,00.

Vantagens:

– Baixa Manutenção (apenas limpeza com água e vassoura).

– Valoriza o Imóvel em até 12%.

– Não Polui o Meio Ambiente (todo resíduo é aproveitável).

– Garantias podem chegar a 15 anos.

– Não são afetados com as alterações das tarifas das bandeiras Amarelas e Vermelhas.

Desvantagens:

– Reforço estrutural no Local (dependendo da quantidade de módulos/placas).

– Área de ocupação.

Agora que você já conhece as entrelinhas do sistema fotovoltaico, que tal pensar nesta possibilidade de energia limpa para a sua casa ou comércio?! Fale com a gente.

Imagens Freepik

O QUE AVALIAR ANTES DE COMPRAR OS PRODUTOS PARA SUAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

A boa escolha dos produtos a serem utilizados na sua prestação de serviços é um dos pontos mais importantes para que um negócio de certo. Afinal, é a qualidade do produto e a satisfação do cliente que vai garantir o seu sucesso. Confira as dicas que separamos para você!

1 – Valor de Investimento

Quanto você pode investir em materiais e novas ferramentas?

Vale lembrar que a compra de novos materiais e ferramentas para sua prestação de serviço é um investimento que você realiza, seja ele de curto, médio ou longo prazo. Isso porque, se a compra for para uso próprio, você irá precisar de ferramentas que tenham qualidade, funcionalidade e durabilidade para que justifique o valor investido.

E quando falamos de materiais para o cliente, eles precisam garantir que você não terá problemas com os serviços realizados, devido à falta de qualidade dos materiais usados.

Por isso, antes de sair gastando com materiais, é importante você analisar o valor disponível para investir e até mesmo se esse valor já foi colocado junto com o orçamento do cliente.

2- Ter opções

Outro ponto que também deve ser avaliado antes de realizar sua compra, são as opções de produtos e marcas. É importante pesquisar bastante antes de investir, assim, você conseguirá avaliar de maneira correta qual é a melhor opção para o seu serviço.

Aproveite para analisar algumas lojas próximas da sua região para que possa ter uma base de valores e marcas.

3- Referências

Ter referências também é um quesito que te ajudará bastante. Por isso, vale solicitar indicações para seus colegas de trabalho e até mesmo pedir sugestões para o próprio vendedor, como ambos lidam com esses produtos diariamente, vale a pena perguntar.

Com essas referências, você já vai conseguir avaliar o que é bom e ruim, e isso já será possível cortar algumas marcas da sua lista.

4- Compare os preços

Depois de ter feito toda essa pesquisa de marcas e produtos, é importante que você compare os preços entre eles. Mas vale ressaltar que nem sempre o produto mais barato é o que mais vale a pena ser comprado, às vezes o barato sai caro.

Então quando você for comparar os preços, calcule também o custo-benefício, ou seja, não olhe apenas para os números que você vai gastar, mas sim a qualidade deste produto, pois é ela que vai deixar sua prestação de serviço mais profissional.

5- Avaliação do Produto

E a jornada de avaliação da compra do produto não termina assim que ele for comprado. Depois que você comprar, é importante avaliar ele. Testar, ver como funcionou em sua prestação de serviço etc. Assim, na próxima compra, você já saberá com mais facilidade qual produto vale a pena e qual não.

Fonte: Energiluz / Imagens Freepik

BORNE: 3 MOTIVOS PARA USÁ-LOS EM SEU PAINEL

Confira nosso artigo e saiba da importância deste item em seu painel de comando.

No artigo de hoje, vamos entender os 3 motivos pelos quais existe o Borne dentro de um painel de comando e porque estes componentes são encontrados nos painéis com tanta frequência. Seu objetivo principal é fazer a ligação de todos os elementos que estão fora do painel, com os elementos que estão dentro dele. Por isso, existem muitos bons motivos para usar este recurso.

O borne proporciona uma manutenção adequada

O primeiro, é para que você consiga fazer a manutenção da melhor forma possível. Outro grande objetivo dos Bornes é permitir que você identifique mais facilmente os condutores que fazem parte do painel. Assim, você pode fazer a medição através dos orifícios do próprio componente.

Então, ao observá-los, existe um número específico de orifícios, onde são encaixados os condutores. Um grande benefício do Borne é, por exemplo, usar a ponta de prova nestes orifícios para verificar onde existe o problema. Ou seja, as medições também são mais fáceis.

É claro que também é possível fazer a medição diretamente através dos condutores, do relé térmico ou qualquer outro elemento, mas com os bornes o acesso é muito mais fácil e a medição muito mais precisa. Ou seja, a manutenção é muito mais precisa pelo acesso aos condutores que o Borne possibilita.

Facilita o retrofit

Por exemplo, imagine uma situação em que você irá fazer um retrofit, trocando o painel antigo por um novo. Neste caso, a régua de Borne tem uma função estratégica que também facilita muito a vida do eletricista. No momento de fazer a troca, todos os elementos externos estão no painel, mas passam pela régua de Borne. Neste caso, é preciso apenas desconectar os elementos externos, que estão separados pela régua, retirar o painel e colocar o novo. Todo o processo é muito mais simples.

Caso não existisse o Borne, o cabo viria direto do motor para o contator, sendo necessário um processo muito mais complexo. É importante que os botões e sinaleiros também passem pelo Borne, para os casos em que não é necessário trocar o painel inteiro, apenas a placa de montagem.

Dividindo as réguas de Borne

Outro bom motivo para usar a régua de Borne é que ele pode ser identificado no diagrama elétrico muito facilmente. Geralmente, ele aparece no diagrama com o nome X1, X2, X3 e assim por diante. Cada um deles está conectado a um tipo de elemento diferente, como a alimentação, o comando e a potência, por exemplo, mesmo que todas façam parte do mesmo trilho.

Você viu como os bornes são importantes para o nosso trabalho não é mesmo? São componentes fundamentais para efetuar uma manutenção de qualidade.

Fonte: Sala da Eletrica /Imagens Freepik

CHOQUE ELÉTRICO: CONHEÇA TÉCNICAS DE PRIMEIROS SOCORROS

O primeiro atendimento é essencial para o socorro da vítima. Quando realizado da maneira correta, diminui maiores complicações e aumenta consideravelmente as chances de vida. Confira nosso artigo e saiba como realizar os primeiros socorros em uma vítima de choque elétrico.

O choque elétrico é uma das causas mais comuns de acidentes no mundo, além de ser uma das mais perigosas. Por ser resultado da passagem de uma corrente elétrica pelo corpo, ele pode provocar graves consequências para a vítima. Por isso, nesse artigo, separamos algumas dicas de primeiros socorros para choque elétrico.

VEJA 3 COMPLICAÇÕES DO CHOQUE ELÉTRICO

A principal complicação do choque elétrico é a morte, especialmente quando a corrente é extremamente alta. No entanto, existem outros efeitos, são eles:

1. QUEIMADURAS

A maioria dos acidentes de choque elétrico resultam em pequenas queimaduras na pele, contudo, dependendo da intensidade da carga, é possível que ela afete os órgãos internos da vítima. Essa é uma questão muito delicada, uma vez que quando a eletricidade atinge os órgãos pode comprometer totalmente o seu funcionamento – por tabela, a pessoa precisará de tratamentos específicos, como para insuficiência renal, cardíaca ou de qualquer outro órgão afetado.

2. PROBLEMAS CARDÍACOS

A carga elétrica também pode gerar problemas cardíacos: se uma pequena corrente atravessar o peito e alcançar o coração, é capaz de causar uma fibrilhação auricular – um tipo de arritmia cardíaca que precisa ser tratada no hospital. Assim como no caso anterior, se a intensidade for maior, a consequência é mais grave: quando uma forte corrente elétrica atinge o coração, pode paralisá-lo e provocar uma parada cardíaca, ou até mesmo a morte.

3. LESÕES NEUROLÓGICAS

Primeiro, é importante reforçar que toda corrente elétrica pode afetar os nervos de alguma forma. Por isso, quando há repetição de choques ou quando eles são muito intensos, a estrutura dos nervos é comprometida, podendo acabar em uma neuropatia. Essa condição tem como sintomas dor ou dormência nas pernas e braços; dificuldade para mexer os músculos ou tonturas frequentes.

CHOQUE ELÉTRICO: PRIMEIROS SOCORROS

Agora que você já sabe as principais consequências de um choque elétrico, veja os primeiros socorros que devem ser executados antes do atendimento pré-hospitalar chegar.

  • Corte ou desligue a fonte de energia, mas lembre-se de não tocar na vítima;
  • Afaste a pessoa da fonte elétrica que provocou o choque, porém, o faça com o auxílio de materiais que não conduzem eletricidade e secos – como madeira, plástico, pano grosso ou borracha;
  • Chame uma ambulância particular ou pública;
  • Verifique se a pessoa está acordada e respirando: se estiver consciente, acalme-a até a equipe médica chegar; caso esteja inconsciente, mas respirando, deite-a de lado e a coloque em posição lateral de segurança; por fim, se ela estiver inconsciente e não respirando, realize uma massagem cardíaca e a respiração boca a boca;
  • Repita o passo anterior até o atendimento pré-hospitalar chegar.

Gostou do nosso artigo sobre choque elétrico e primeiros socorros? Não esqueça de compartilhar com seus amigos, mostrando a importância desses cuidados.

Fonte: Dez Emergências / Fotos Freepik e Pixabay

LÂMPADAS PISCANDO? ENTENDA O QUE PODE ESTAR ACONTECENDO!

É comum ouvirmos relatos de pessoas preocupadas com lâmpadas piscando em algum cômodo de suas residências, mesmo quando o interruptor está desligado, principalmente quando se trata de lâmpadas fluorescentes. Por isso, separamos algumas dicas para você entender mais sobre este fenômeno. Confira!

Você certamente já passou por uma situação como essa, certo? Mas você sabe o motivo pelo qual isso acontece? Leia este artigo que nós te contamos tudo.

INSTALAÇÃO MAL FEITA: uma das razões que pode ser responsável pelas lâmpadas piscando é a instalação mal feita. Sendo assim, a fase provavelmente vai direto ao receptáculo da lâmpada, interrompendo o neutro e não o interruptor.

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA: o eletroduto contém diversos cabos elétricos para diferentes circuitos. Nesse caso, quando um aparelho é ligado na tomada, pode haver uma corrente elétrica correndo pelo cabo que faz o retorno que vai até a lâmpada e a fase de uma tomada. Isso ocorre devido ao efeito eletromagnético que induz um nível de tensão baixo nesse retorno, mas que mesmo sendo mínimo deixam as lâmpadas piscando.

LUZ PILOTO:  utilizada para facilitar o acesso ao interruptor no escuro, há uma corrente que circula pela luz piloto (retorno-lâmpada-neutro), que também pode estar contribuindo para que as luzes fiquem piscando.

LÂMPADAS PISCANDO É SINAL DE PERIGO?

Além de ser desconfortável, a resposta para essa questão é sim. Vale ressaltar que todo cuidado com a eletricidade dentro de casa é pouco. É preciso ser cauteloso e estar sempre atento aos sinais de perigo. Portanto, ao perceber que há lâmpadas piscando no local em que reside, tome as devidas providências para que o caso não se agrave. Lâmpadas piscando podem colocar a segurança dos moradores em risco, uma vez que pode gerar curto-circuito. O curto-circuito pode parecer simples a princípio, porém, tem a capacidade de resultar desde pequenos até grandes estragos, consequentemente queimando aparelhos eletrônicos e causando incêndios, por exemplo.

COMO SE PREVENIR?

A troca de lâmpadas não adiantou de nada? Bom, optar em fazer gambiarras e por conta própria está fora de cogitação. Não há como resolver sozinho um problema de elétrica no qual você não tem o conhecimento técnico necessário, ainda mais quando estamos falando em eletricidade. O aconselhável é que você procure por uma empresa especializada no assunto. Mas é claro que precisa ser de confiança, afinal, como citamos acima, a má instalação pode ser fatal para que as luzes comecem a piscar sem motivos aparentes.

Lembre-se que o profissional saberá exatamente o que fazer e resolverá sua fiação com agilidade e eficiência. Desse modo, nada de pensar em economizar. Não se esqueça que o barato pode sair caro e você estará investindo nos serviços de alguém que tomara as medidas assertivas para que todos fiquem em segurança.

Fonte: Instil Service / Imagens Freepik

DICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA ELETRICISTAS

Fique atento a algumas recomendações e tome providências para evitar acidentes e aumentar a sua segurança do trabalho. Conheça também algumas normas da segurança do trabalho para profissionais da elétrica e se torne um expert na prevenção de acidentes.

A segurança do trabalho é um direito e dever de todos nós. Quando se falar em trabalho com eletricidade, isso se intensifica ainda mais: hoje, dados estatísticos demonstram que acidentes relacionados a instalações elétricas são muito frequentes no país.

A atitude do profissional acaba sendo a maior fonte de acidentes elétricos. Por isso, é importante conhecer algumas práticas essenciais do trabalho do eletricista para evitar acidentes. Confira tudo isso a seguir!

Principais riscos de trabalhar com eletricidade

1 – Choque elétrico

Com certeza, um dos maiores riscos que o eletricista corre é o do choque elétrico. Isso acontece quando a energia elétrica encontra uma passagem pelo nosso corpo e descarrega para a terra. Ou então, quando o eletricista toca em duas fases elétricas diferentes, o que causa uma passagem elétrica de um fio para o outro.

O choque elétrico causa dor e queimaduras, mas também pode causar paradas cardíacas e contrações musculares. As principais causas do choque elétrico é trabalhar sem proteção, sem atenção à descarga elétrica ou improvisar ferramentas.

2 – Arco elétrico

A transmissão da corrente elétrica pelo ar, ou outro princípio isolante, é chamado de arco elétrico ou arco voltaico. Normalmente, corre por curtos-circuitos ou no momento de conexão/desconexão de dispositivos elétricos. Tão nocivo quanto o choque direto, o arco elétrico pode causa queimaduras de terceiro grau ou até mesmo incêndios.

3 – Queimaduras

Podem ser provocadas pelos outros acidentes anteriores ou com contato direto com a eletricidade. As queimaduras desse tipo são mais graves do que as causada por fogo, pois a lesão interna é maior do que a externa (na pele). Além das dicas de segurança mais específicas, procure utilizar botas, luvas e roupas adequadas para evitar qualquer tipo de queimadura.

Principais causas de acidentes de trabalho do eletricista

A maioria dos acidentes de trabalho elétrico é causada pela falta de atenção ou inadequação profissional do próprio eletricista. Podemos citar também outros fatores que causam acidentes elétricos, como:

● Uso incorreto ou ausência de EPIs (equipamentos de proteção individual);

● Uso incorreto de dispositivos elétricos;

● Improviso de ferramentas;

● Uso de EPIs ou ferramentas danificadas;

● Falta de atenção quanto à descarga e corrente elétrica.

Sendo assim, como mudar esse cenário e garantir sua segurança no local de trabalho elétrico?

Como ter mais segurança no trabalho com eletricidade

A NR 10 possui orientações para que o eletricista e profissional da área elétrica possam trabalhar com segurança e saúde. Ela estabelece, entre outros fatores, que o profissional possua todos os documentos e certificações que comprovem sua qualificação.

Portanto, existe também a responsabilidade da empresa garantir a segurança e saúde dos trabalhadores da elétrica. É a empresa que irá informar os trabalhadores de possíveis riscos, bem como tomar providências para evitá-los. Isso envolve o uso de equipamentos de proteção, dispositivos funcionais, qualificação e treinamento de segurança, por exemplo.

O profissional eletricista deve, de acordo com a NR 10, comunicar os possíveis riscos à sua segurança que ele identificou no ambiente de trabalho. Também existe o comprometimento a utilizar os equipamentos de segurança em todas as situações de trabalho.

Fonte: Net Elétrica / Imagens Freepik

MANUTENÇÃO DE CABINE PRIMÁRIA

Você conhece os benefícios ao realizar a manutenção anual da sua cabine primária? Confira nosso artigo e saiba mais sobre a manutenção preventiva deste equipamento.

Uma cabine primária atua como entrada para a energia elétrica de sistemas de distribuição em média tensão. Sua aplicação é recorrente em ambientes que apresentem consumo elevado de energia, como é o caso de indústrias, empresas de médio e grande porte, condomínios verticais, grandes estabelecimentos comerciais, entre outros.

Sendo uma estrutura responsável pelo recebimento de grandes cargas elétricas, a cabine primária exige cuidados para que sua capacidade de trabalho e sua segurança sejam mantidas. A forma mais eficiente de controlar o seu estado de funcionamento é através da manutenção preventiva de cabine primária.

MELHORAR A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA COM A MANUTENÇÃO DE CABINE PRIMÁRIA

A função dessa subestação de entrada é transferir a energia recebida pelas redes convencionais e distribuir com a menor perda e a máxima segurança e economia. Por isso, a manutenção de cabine primária deve ser realizada de forma preventiva, com foco em manter esse processo em pleno funcionamento.

Os serviços preventivos de manutenção de cabine primária têm um objetivo simples: garantir que a subestação não pare de funcionar ou, se essa situação for necessária, que seja de forma programada e sem nenhuma surpresa ao cliente. Por essa razão, A norma ABNT – NBR 14039 sugere que a manutenção preventiva de cabine primária seja realizada anualmente ou com periodicidades mais curtas. Intervalos maiores do que um ano entre as visitas técnicas para a realização da manutenção preventiva não garantem a proteção necessária ao sistema elétrico, tornando a edificação vulnerável a acidentes decorrentes de falhas na cabine primária.

Além de ser obrigatória, a manutenção preventiva de cabine primária oferece alguns benefícios quando realizada por empresas especializadas. Uma vantagem assegurada é o controle dos custos referentes à manutenção dos sistemas elétricos da edificação. A contratação permite que se calcule o valor anual investido na manutenção da infraestrutura e a execução do serviço reduz significativamente o risco de falhas na cabine, anulando, assim, custos inesperados com reformas.

Outra contribuição é o fato de que o agendamento prévio da manutenção preventiva de cabine primária mantém inalterada a rotina de trabalho de ambientes industriais ou corporativos, evitando transtornos como a interrupção das atividades do empreendimento.

POR QUE CONTRATAR SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE CABINE PRIMÁRIA COM ESPECIALISTAS?

Todo serviço que envolva a rede elétrica, como a manutenção de cabine primária, deve ser realizado por uma empresa de engenharia elétrica. Além da expertise, os projetos dessas empresas são supervisionados por engenheiros que fazem vingar o cronograma e o orçamento previsto, além de garantirem a segurança do serviço realizado.

FONTE: WTA ENGENHARIA/ IMAGENS UNSPLASH

POSTES DE ENERGIA PODERÃO SER GERIDOS POR EMPRESAS DE INFRAESTRUTURA, PROPÕEM ANATEL E ANEEL

As áreas técnicas das agências reguladoras de telecomunicações (Anatel) e energia elétrica (Aneel) fizeram proposta, que será lançada para consulta pública, do surgimento de empresas de infraestrutura “exploradoras de postes” que passariam a ser responsáveis por gerir a ocupação desses ativos para reordenar o seu uso nas grandes cidades e permitir a colocação de erbs de 5G.

A desordenada ocupação dos postes de energia elétrica pelas operadoras de telecomunicações nas grandes cidades brasileiras poderá ter uma solução mais efetiva a partir da nova proposta de regulamento formulada pelas áreas técnicas da Anatel e Aneel, que deverá ser submetida à consulta pública pelas duas agências.

O superintendente de Competição da Anatel, Abrãao Balbino, informou que a proposta de regulamento formulada pelos técnicos das duas agências, que irá substituir as atuais regras existentes, prevê a figura do “Explorador de Poste”, ou seja, uma empresa que poderá administrar de maneira independente os postes de energia elétrica, a exemplo do que existe atualmente no mercado de telecomunicações com as torres de telefonia celular, que são geridas por empresas independentes das prestadoras de serviços, conhecidas como “torreiras”.

“Não dá para falar que serão instaladas Erbs de 5G em postes, a exemplo do que está acontecendo no mundo, se a ocupação desses postes continuar do jeito que está”, salientou.

Segundo Balbino, na Anatel, a proposta já está para ser decidida pelo conselho diretor, e será relatada pelo conselheiro Moisés Moreira. Conforme o superintendente, a proposta formulada, que será lançada para consulta pública pelas duas agências reguladoras, prevê estímulos econômicos para que as proprietárias da infraestrutura dos postes – as concessionárias de energia elétrica – tenham interesse em repassar esse ativo para ser administrado por empresas (próprias ou de terceiros) que tenham nessa prestação de serviço a sua razão de existir.

Fonte: Tele.síntese / Imagens Unsplash