POR QUE OS PLUGUES DE TOMADAS NÃO SÃO PADRONIZADOS NO MUNDO TODO?

Águia Branca

Até parece que eles gostam de complicar nossas vidas! Muito mais fácil seria um modelo internacional de tomada. Entretanto, muitas foram as tentativas para instaurar um modelo em comum, mas o resultado nunca foi alcançado. Acompanhe nossa matéria e entenda mais sobre as confusões em torno desses plugues.

Quem costuma viajar com frequência ao redor do mundo já deve ter passado por isso: a maldita tomada do hotel não encaixa o plugue para carregar o telefone ou o computador. Em um mundo cada vez mais globalizado, por que existem milhares de padrões diferentes para tomadas?

Bem, não “milhares”, mas ao menos 15 tipos diferentes são os mais populares ao redor do globo. E é claro que todos querem que o seu padrão seja o adotado internacionalmente, mas não é isso que aconteceu. Quando Nikola Tesla inventou um meio de transmissão de corrente alternada a longas distâncias, ele imaginava que o mundo ficaria restrito aos 110 V, que foi o estudado e desenvolvido por Thomas Edison.

Acontece que se descobriu que o dobro de tensão – por volta dos 220 V – era muito mais eficiente para algumas finalidades, tornando-se popular em várias regiões. Assim, os plugues desenvolvidos nos EUA já não eram mais eficientes, levando cada país a desenvolver o seu próprio plugue.

Problema antigo

E se você pensa que o problema da falta de internacionalização de um plugue é coisa dos tempos atuais, você está enganado: lá no longínquo ano de 1934, uma galera da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês) se reuniu na Holanda para discutir uma padronização internacional. Depois de muito bate-boca em vão, nada foi resolvido. Com a explosão da Segunda Guerra Mundial na sequência, o debate foi deixado em segundo plano.

Quando as conversas foram retomadas nos anos 1950, já era tarde demais… Cada país tinha seu próprio padrão e sairia muito caro trocar todas as tomadas e plugues de TODOS os aparelhos e TODOS os lugares do mundo. Assim, foi mais fácil empurrar o problema para gerações seguintes.

Em 1986, a IEC novamente se reuniu, chegou a um consenso e criou o plugue tipo N. Alguém ligou para ele? Bem, naquela época ninguém. Só o Brasil resolveu adotar o padrão internacional, mas isso 21 anos depois, em 2007. De lá para cá, tivemos que trocar tudo e nos adaptar à sugestão de padronização mundial, sendo que NINGUÉM MAIS NO MUNDO fez isso.

Segundo Gabriela Ehrlich, chefe da IEC, em entrevista ao Gizmodo, a única chance de esse mega problemão ser resolvido seria a popularização das cargas de indução, isto é, a energia sem fio. E por mais que isso seja discutido e esteja em desenvolvimento, é bastante provável que só tenhamos resolvido essa questão daqui algumas décadas – você aguenta esperar?

Fonte: TecMundo / Imagens Freepik

REFORMA ELÉTRICA: 8 SINAIS DE QUE A HORA CHEGOU!

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Esteja atento à reforma elétrica necessária do seu imóvel! Confira nossas dicas e saiba quais os sinais mais comuns de uma instalação comprometida que pode colocar sua família em risco.

A instalação elétrica é planejada no momento do projeto de uma casa ou um edifício. É bem comum que as pessoas que moram no lugar não tenham participado do processo da construção, e por isso não têm ideia de como está a situação atual do sistema elétrico do empreendimento. O que muitas vezes também nos impede de ter mais cuidado é o fato da instalação elétrica estar “escondida” nas paredes ou forros. Não dar a devida atenção a isso pode causar o adiamento de uma reforma elétrica bastante necessária.

Mesmo que aparentemente esteja tudo funcionando, uma má instalação ou a falta de uma reforma elétrica pode prejudicar tanto na conta de luz como na segurança dos moradores. E são sinais do dia a dia que revelam a necessidade – e a urgência – de uma reforma elétrica.

É mais fácil prestarmos atenção nesses problemas em nossas casas, mas lembre-se que você está cercado de instalações elétricas. Se você perceber esses sinais em seu trabalho, por exemplo, você deve alertar os responsáveis que podem não ter conhecimento disso. Nesse post, vamos abordar justamente os detalhes mais fáceis de serem identificados!

8 sinais que indicam uma reforma elétrica

– Fios descascados

Se você encontrar fios ou cabos em más condições, ou seja, descascados, amassados ou em estado de corrosão, é um sinal que eles precisam ser substituídos com urgência.

Lembre-se que são eles que irão conduzir a eletricidade com segurança. O tamanho e a espessura dependem da potência da corrente elétrica dos equipamentos. Por isso é importante que eles sejam de qualidade e adequados para os aparelhos que você possui, evitando possíveis curtos.

– Temperatura elevada

Ao perceber que fios, tomadas e interruptores aquecem muito, é recomendado que você contrate um profissional para identificar o problema e fazer trocas desses materiais elétricos.

– Ligações de tomada e disjuntores

Se você está fazendo muitas ligações de tomada e disjuntores ou pequenos ajustes na instalação com mais frequência, é mais seguro e adequado viabilizar uma reforma elétrica. Lembre-se também de nunca ligar um fio diretamente na tomada, e cuidado com o uso de benjamins para não sobrecarregar a instalação elétrica – o ideal é apenas um aparelho por tomada.

– Disjuntores desarmando com frequência

O caso de disjuntores desarmarem com frequência ou os fusíveis queimando é um sinal de que a instalação está sobrecarregada. Casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica também devem ser observados com atenção. Novamente, o mais recomendado é procurar um eletricista para fazer uma avaliação.

– Tomadas e disjuntores muito perto de pias e torneiras

Tomadas e disjuntores perto de locais com água ou outros líquidos não é muito seguro. Se aparelhos eletrônicos entrarem em contato com a água, pode resultar em uma pane elétrica e dar um choque na pessoa que estiver usando os equipamentos. Se não tiver como aumentar essa distância, redobre a atenção. No caso de entrar em contato com a água, desligue primeiro o aparelho da tomada para depois recuperá-lo.

– Choques

Se você está tomando choques no registro do chuveiro ou na porta da geladeira, por exemplo, é um sinal importante de que a instalação elétrica está com problemas, além de ser super perigoso para a pessoa que levou o choque, dependendo da intensidade da descarga elétrica.

Para se proteger, é recomendado ainda que você fique longe de fios que não estão encapados, seja em casa ou na rua. Com as crianças o cuidado deve ser ainda maior. Colocar protetores nas tomadas é uma das principais recomendações.

– Cheiro de queimado

Ao sentir cheiro de queimado ou perceber sinal de fumaça e cabos derretidos procure o mais rápido possível um profissional. Evite que algo mais grave aconteça, como um incêndio.

– Oscilação na energia elétrica

A interrupção de energia pode não ser culpa da sua instalação elétrica, mas se acontece com frequência, vale a pena investigar. O corte repentino de energia ou oscilações podem danificar aparelhos eletrônicos e causar danos mais sérios para empresas que trabalham com dados, por exemplo, ou serviços cruciais, como hospitais.

Mais eficiente do que esperar aparecerem os sinais de uma reforma elétrica, são pequenas ações preventivas, que podem evitar que esses problemas aconteçam, além de deixar você mais seguro contra curtos-circuitos, choques e incêndios.

– Quando for viajar e se ninguém ficar em casa, desligue os aparelhos das tomadas;

– Para trocar uma lâmpada, desligue os disjuntores e a chave geral;

– Evite deixar cortinas ou tapetes perto dos fios elétricos;

– Procure a ajuda de um técnico sempre que achar necessário, ou seja, evite tentar resolver problemas na instalação elétrica por conta própria.

Instalações antigas são mais propensas a dar problema, porque não foram feitas para alimentar os aparelhos elétricos de hoje, que precisam de muito mais energia. Por isso, construções antigas são ambientes mais fáceis de serem sobrecarregados. Imagine: você aumenta o consumo de energia, mas a instalação elétrica que foi projetada para aguentar poucos aparelhos continua a mesma. A conta não bate!

Por isso, independentemente do tempo que a construção foi feita, o mais recomendado é revisar a instalação elétrica a cada 5 anos, através de uma inspeção e manutenção preventiva. Evite ainda fazer pequenos reparos e deixar que eles se acumulem. Isso pode dificultar o processo da reforma. Você pode até acabar gastando mais do que o necessário, caso fizesse uma manutenção segura e rotineira, e não só quando os problemas aparecem.

Fonte: Decorwatts

DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA ELÉTRICA NO INVERNO

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No inverno, nossos hábitos em casa mudam bastante e, consequentemente, podemos notar uma mudança significativa na conta de luz. Mas, tem como economizar energia elétrica nos meses mais frios. Veja nossas dicas.

Mudança de hábitos

No inverno, a tendência é sair menos e ficar mais tempo dentro de casa. Por isso, as luzes ficam acesas por mais tempo e usamos mais o computador, a TV, etc. Por outro lado, diminuímos o uso de ar-condicionado e ventiladores.

A não ser que utilizemos aquecedores ou a função Quente do ar-condicionado, o consumo com climatização diminui – até porque o Brasil é um país que não costuma ter invernos rigorosos.

O item que costuma fazer o papel de vilão durante o inverno é o chuveiro elétrico. Com banhos mais longos e quentes, o consumo de energia elétrica aumenta bastante.

Chuveiro elétrico

Se o maior vilão no consumo de energia elétrica é o chuveiro, tente tomar banhos mais curtos. O melhor horário para banhos é à noite, quando a água da caixa d’água recebeu o calor do sol (no caso de dias ensolarados, é claro). Dessa forma, o chuveiro tem que trabalhar menos para atingir a temperatura adequada.

Ar-condicionado

O eletrodoméstico que mais costuma gastar energia é o ar-condicionado. Caso você queira utilizá-lo para aquecer a casa durante o inverno, tente manter a temperatura entre 23 e 26° C. Deixar o termostato muito alto vai consumir muita energia, sem necessidade.

Geladeira

Um erro que a maioria das pessoas comete é nunca alterar a temperatura da geladeira. Durante dias frios, não é necessário manter o termostato no máximo, mesmo que a geladeira esteja cheia.

Use o forno

Quem cozinha bastante sabe: forno aceso é sinônimo de aquecimento instantâneo da cozinha. Durante o verão, assar alimentos pode causar desconforto, mas, no inverno, a gente une o útil ao agradável: um belo assado ou um cheiroso bolo, além de alimentarem, esquentam a casa.

Deixe o sol entrar

Nos dias em que o sol aparecer, deixe as cortinas abertas. Se estiver muito frio para abrir as janelas, ao menos facilite a entrada da luz solar, que vai aquecer sua casa sem gasto de energia elétrica.

Não é só durante o inverno que devemos tomar medidas para economizar energia elétrica. Veja nossas dicas de como economizar energia dos eletrodomésticos durante todo o ano.

*O resultado final do processo poderá variar de acordo com os materiais e produtos utilizados, bem como o uso correto do eletrodoméstico.

FONTE: CONSUL

SENSORES DE PRESENÇA PARA ILUMINAÇÃO: COMO EVITAR OS PROBLEMAS MAIS COMUNS EM CONDOMÍNIOS?

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Conheça os benefícios de adotar o sistema de iluminação por movimento no seu condomínio e saiba qual o melhor modelo para a função que você deseja!


Atitudes antissociais, “excessos” na utilização das áreas comuns e discórdia sobre o comportamento de animais de estimação. Problemas estruturais, fechamento irregular das varandas, conflitos pelas vagas de garagem, inadimplência, escolha dos prestadores de serviço, redução de custos e segurança. Realmente viver em coletividade não é uma tarefa fácil! Cabe ao síndico ter desenvoltura para agir com responsabilidade em questões delicadas. Ele deve ser uma figura de liderança que represente o interesse dos condôminos e assegure que essas dificuldades sejam resolvidas da melhor maneira possível.


Com atribuições tão complexas, toda ajuda é bem-vinda. E em questões de praticidade, redução de custos e segurança, os sensores de presença para iluminação são capazes de evitar dor de cabeça. Quer saber como? Continue lendo este texto!


Como os sensores de presença para iluminação são capazes de ajudar na administração do condomínio?


Bandeira vermelha ou amarela ativas. A conta de energia aumentou de maneira assustadora e você não sabe o que fazer para reverter esse quadro? A solução pode ser instalar sensores de presença nas áreas comuns do condomínio.


Esse tipo de equipamento utiliza tecnologia de detecção de radiação infravermelha. Sua função é ‘perceber’ fontes de calor, reagindo a elas – neste caso, acendendo a luz. Ao usá-los não será mais necessário deixá-las ligadas o tempo todo, ou o porteiro controlar o seu acionamento.


Outro ponto importante: você sabe bem como a portaria pode ser um ponto de entrada de pessoas indesejadas, não é mesmo?


Pedestres entram e saem, chegam entregadores, o abre e fecha dos portões da garagem e moradores pedem os mais diversos tipos de ajuda. O porteiro fica envolvido com isso boa parte do dia. Nesse local estratégico que exige regras e atenção, algumas vezes algo errado acontece, como a entrada de estranhos sem autorização. O resultado? O possível comprometimento da segurança de todos no condomínio.


A adoção de sensores de presença pode ajudar a controlar essa situação. Quando instalado em áreas externas, como a entrada da garagem e jardim, ou interna, como o corredor da área de serviço e acesso aos elevadores, é possível alertar para a presença de pessoas ou carros.


O porteiro, ao perceber a movimentação na câmera, poderá definir se o acesso representa perigo. Já as luzes acesas vão agir como um alerta toda vez que alguém se aproximar e intimidar um possível invasor.

Sensores de presença para iluminação: muito mais simples e econômicos do que você imagina


Viu como a adoção de sensores de presença é capaz de trazer mais praticidade para o dia a dia do condomínio? Isso significa facilitar a administração, já que você não precisará mais se preocupar com reclamações de moradores sobre a luz dos corredores estarem acesas sem necessidade.


Isso sem dizer que a conta de luz poderá ser reduzida! Como também as preocupações com a segurança: todos os ambientes sempre estarão iluminados quando necessário.


Um síndico responsável deve estar sempre atento às inovações relativas à automação para oferecer um serviço de qualidade. E a tecnologia chega para realmente transformar a gestão do condomínio e evitar que problemas simples e repetitivos como esses aconteçam.


Tipos de sensores de presença


Existem diversos tipos de sensores, tanto internos como externos. E eles podem ser colocados no teto, na parede, em muros, na área da piscina, na churrasqueira, entre outros. Cada local e necessidade exige um aparelho específico.


Se um orçamento curto é um limitador para o projeto, não tem problema. Os sensores de presença para iluminação têm custo baixo, além de permitir o controle de diversas lâmpadas somente com um sensor. Isso garante economia, já que serão necessários menos equipamentos.


E como é feita a instalação? Será necessário contratar um especialista, mas o processo é simples e muito mais barato do que você imagina. Agora você consegue escolher a melhor opção para seu condomínio. Certamente terá redução de custos e maior satisfação dos condôminos! Quer continuar a ler conteúdos úteis para o seu dia a dia? Continue lendo o nosso blog!

FONTE: Intelbras

VEJA COMO FAZER MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO

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Fazer aterramento elétrico é algo primordial para segurança de sua residência, comércio ou indústria, mas a grande dúvida de muitos clientes e até mesmo profissionais da elétrica é: como saber a eficiência do aterramento?

Vamos abordar aqui então dois métodos simples e fáceis para que você eletricista ou até mesmo você leigo no ramo da elétrica possa verificar se o aterramento da sua casa ou comércio está realmente protegendo você e seus equipamentos.

Método de verificação de aterramento 1

Medir um aterramento vai muito além de saber que ele foi instalado de forma correta, ou seja, respeitando tamanho da haste, quantidade de haste, qualidade do solo e bitola dos fios e hastes.

Então vamos ao primeiro método de verificação do seu aterramento elétrico. Nesse primeiro método você vai precisar de um multímetro que seja digital, pois além de ser mais fácil a leitura e interpretação do valor, o resultado apresentado tem maior precisão.

Você precisa colocar seu multímetro em escala de tensão alternada, depois deverá escolher uma tomada de sua residência e inserir uma ponteira no orifício Fase e outro no terra, independentemente da cor, pois o valor a ser mostrado não sofrerá alteração na sua medição de aterramento, e no seu multímetro deverá aparecer uma grandeza próxima do valor entre fase e neutro.

Na confirmação da eficácia do aterramento você agora irá inserir uma ponteira no terra e outra no neutro, e deverá mostrar em seu multímetro um valor abaixo de 3,0v de preferência, caso esse valor esteja superior o seu aterramento elétrico não está tão eficiente quanto você imaginava.

Um ponto importante que devemos lembrar é que, caso mostre em seu multímetro o valor de 0v você deve ficar muito preocupado, pois isso não significa um aterramento super eficaz, muito pelo contrário, isso pode indicar uma falta completa de aterramento.

Método de verificação de aterramento 2

Vamos agora para um método de medição de aterramento elétrico mais caseiro, porém mais eficaz que o anterior, esse é até digno de ser o método substituto de medições com terrômetro, aparelho que mede eficácia de aterramento.

Nesse você vai precisar de uma lâmpada de 60w, um bocal de lâmpada com dois fios já instalados no bocal e um multímetro digital de preferência. Esse teste tem como finalidade medir a tensão entre fase e terra de uma lâmpada incandescente de 60w que está conectada ao bocal, com isso será feito a comparação com a medição entre fase e neutro da mesma tomada. Nesse método de medição de aterramento, é interessante que se obtenha uma diferença de 10v para rede 110v e 20v para rede 220v.

Ajuste seu multímetro para escala de tensão alternada. Meça a tensão entre fase e neutro e anote o valor obtido.  Agora encaixe a lâmpada no bocal, coloque os dois conectores do multímetro um em cada fio do bocal, mas logo na base do bocal e em seguida coloque um fio do bocal na fase e outro no terra da tomada. A lâmpada deverá acender normalmente, dessa forma anote o valor obtido em seu multímetro e faça a comparação de valores conforme explicado no parágrafo anterior, caso esteja menor do que mencionado para cada rede significa que o aterramento está dentro dos padrões.

Agora que você já sabe como verificar seu aterramento elétrico ou o aterramento dos seus clientes é melhor ver antes de ser surpreendido algum dia!

Fonte: Saber Elétrica / Imagens by Freepik

EXCESSO DE UMIDADE PODE COLOCAR EM RISCO A SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

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Curtos-circuitos e oxidação de painéis são alguns problemas que podem ocorrer quando as instalações elétricas ficam expostas à ação da água. Entenda

Lâmpadas que queimam constantemente, goteiras no bocal das luminárias, curtos-circuitos e mau contato na rede elétrica. Esses são alguns indicadores de problemas nas instalações elétricas e que podem ser resultado de falta de controle sobre a incidência da umidade.

Muitas destas ocorrências têm como origem a ausência ou falhas de impermeabilização em lajes e paredes. “Nesses casos, a água percola pelos conduítes e cai no andar inferior através das tomadas e das caixas de passagem”, explica o engenheiro José Miguel Farinha Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI).

“Além de causar vazamentos e gerar mofo e bolor, essas infiltrações podem trazer sérios danos à rede elétrica da edificação”, destaca o especialista José Miguel Farinha Morgado. “Em casos extremos, como a água é um condutor de eletricidade, o usuário pode sofrer choque elétrico quando em contato com a região molhada ou úmida”, acrescenta o engenheiro Darcio Melian, da L2C Engenharia.

INTERFACE IMPERMEABILIZAÇÃO E ELÉTRICA

A principal norma técnica que trata da impermeabilização de estruturas, a ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização – Seleção e Projeto, estabelece algumas práticas para evitar que a água e a umidade gerem danos às instalações.

Uma delas é a de que todas as tubulações elétricas que passam paralelamente sobre a laje sejam executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela. “A mesma norma estabelece que as tubulações transpassantes nas lajes impermeabilizadas sejam rigidamente fixadas à estrutura com material compatível com os arremates”, comenta Morgado.

Outra prática estipulada em norma diz respeito às caixas de inspeção, passagem e tomadas, que precisam estar posicionadas em cota acima do nível do rodapé do sistema impermeabilizante para evitar a penetração de água.

Morgado destaca, ainda, a importância de se garantir que a instalação de antenas, para-raios, equipamentos de condicionamento de ar e outros, não coloque em risco a estanqueidade das lajes de cobertura. “Em lajes de cobertura, devem ser previstos pontos para fixação de antenas, para-raios, equipamentos de condicionamento de ar e outros”, afirma o diretor do IBI.

Com relação ao processo de impermeabilização, cada edificação possui suas particularidades. Por isso mesmo, é necessária a definição de um processo de proteção contra a água personalizado. Mas, em todos os casos, a garantia de qualidade e longa vida útil ao sistema depende da contratação de empresas especializadas para a realização do serviço. “É importante, também, dispor de projetos de impermeabilização consistentes, que apresentem, de forma detalhada, os procedimentos para a impermeabilização dos pontos onde existem a passagem dos eletrodutos e caixas de passagens”, ressalta Jefferson Sobral, coordenador de instalações da Trisul.

PROJETO DE ELÉTRICA

Além de impermeabilizar corretamente, há uma série de outros cuidados que podem ser adotados para minimizar os danos à rede elétrica derivados da umidade.

Em edificações novas, por exemplo, não se recomenda a instalação de quadros elétricos em áreas úmidas (banheiros e saunas). “Em edificações existentes que apresentaram alguma ocorrência de infiltração, a orientação é sempre fazer uma verificação cuidadosa das instalações elétricas depois de concluída a recuperação da impermeabilização”, finaliza Darcio Melian.

Fonte: AECweb

COMO MONTAR UM LOCAL PERFEITO PARA O SEU HOME OFFICE

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Saiba qual o melhor local para começar o seu Home Office e como deixar seu ambiente mais agradável!

Depois que o isolamento social passou a vigorar e com as medidas de segurança para conter a disseminação, muitas pessoas de todo mundo se depararam com um novo modelo de trabalho para se adaptar e prosseguir com suas tarefas diárias. Com esse novo cenário que todos estamos passando, mais do que nunca, funcionários e empresas juntos, estão buscando formas cada vez melhores de manter a produtividade de suas atividades.

Muitas empresas estão adotando o Home Office para manter os empregos dos funcionários. Mas temos um problema aí, pois como esse novo modelo de trabalho ainda é muito jovem aqui no Brasil, muitos tem tido dificuldades para manter a qualidade e desempenho em determinadas atividades. Pensando nisso, preparamos um guia prático completo para aquelas pessoas que estão nessa situação, onde foram pegos de surpresa nesse novo jeito de trabalhar.

Como montar seu escritório em casa?

Na hora de montar um escritório em casa devemos pensar em como o local deve favorecer nosso trabalho quando o objetivo maior é a organização. Outro ponto que devemos nos atentar, é como nosso local nos ajuda a flexibilizar melhor o horário, sem afetar a produtividade. Já que vamos economizar tempo, que seria gasto no trajeto até o trabalho, um bom planejamento de horário somado a uma mesa bem organizada, não tem erro!

Mas nem tudo são flores, já que trabalhando em casa, as distrações podem tirar o foco das metas diárias. Daí a necessidade de um ambiente com conforto e atrativo para maior eficácia na produtividade, sempre prezando pelo equilíbrio.

Seu local de trabalho é sagrado!

Não é porque você está em casa que ficará jogado como se estivesse de férias. Antes de montar um ambiente de trabalho, você precisa escolher um local. Evite locais que irão dificultar você manter a postura profissional.

Antes de montar seu home office, é importante:

  • Evitar mesa de jantar, sofá ou cama;
  • Definir um local fixo e adequado para a função;
  • Escolher um local que não tenha muito fluxo de pessoas na casa;
  • Evitar locais da casa com muito barulho, tanto da rua com de vizinhos;
  • Tenha tudo que precisa ao seu alcance.

Para aproveitar bem seu fluxo de tarefas no local de trabalho, é fundamental ter seus materiais ao seu lado. Dependendo da sua função na empresa, alguns objetos são obrigatórios na hora de exercer seus afazeres diários.

Logo abaixo, siga a lista do “kit home office” que não pode faltar na sua casa:

  • Um notebook com software atualizados;
  • Um bom acesso à Internet;
  • Gavetas e armários;
  • Impressora;
  • Materiais de escritórios essenciais, como: papel, marca texto, bloco de adesivo, canetas, marcadores, porta canetas, entre outros.

Dica importante!

É muito comum quando se trabalha em casa, não ter tomadas suficientes. Tanto para ligar o essencial, como computador e dispositivos para acesso à internet, quanto para ligar carregadores, luminárias e outros aparelhos eletrônicos. Por isso, é crucial não esquecer a questão de segurança no ambiente de trabalho. Sempre prezando por equipamentos que evitam surtos elétricos na rede, garantindo que não sejam danificados por eventuais falhas no fornecimento de energia da região.

Use e abuse dos recursos naturais

Para melhorar seu ambiente de trabalho, é importante prestar atenção no conforto, em relação a clima e iluminação. Um bom local com uma janela, pode proporcionar para o lugar, recursos naturais, como luz do sol e um ar refrescante.

Seu corpo também é uma ferramenta de trabalho

Por questão de saúde, é importante escolher bem mesa e cadeira ergonômica para sua sala. Afinal, fará bem para sua coluna e deixará seu cantinho de trabalho com mais cara de escritório.

Crie um lugar que te inspire a trabalhar

Para deixar com um toque decorativo do seu gosto, nada melhor que usar de sua criatividade para transformar seu ambiente mais agradável.

Criar uma área no cantinho em seu home office é importante para aqueles momentos de alívio. Assim como é na empresa, onde você faz pausas durante o expediente, em sua casa não é diferente.

Veja alguns benefícios para sua saúde:

Ajuda no alívio do stress;

Descansa a visão;

Ajuda na criatividade e concentração;

Auxilia nas tomadas de decisão.

home-office-personalizado

Além de ser um tempo de descanso, pode ser também uma oportunidade de tomar um cafezinho, utilizar por alguns minutos rede social ou conversar com alguém.

Fonte: Awebic

QUANDO É HORA DE TROCAR A FIAÇÃO ELÉTRICA DO IMÓVEL

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Geralmente pensamos em trocar a fiação elétrica do nosso imóvel apenas quando as coisas começam a falhar e as luzes começam a piscar, não é mesmo? Mas nem sempre levamos em consideração que a rede elétrica é feita com materiais que possuem um tempo de vida útil.


Também não levamos em conta como tudo evolui e como os novos aparelhos requerem uma maior demanda de energia e da infraestrutura residencial. Pare para pensar, você acha que a nossa casa nos anos 90 tem o mesmo número e o mesmo tipo de equipamentos ligados que a nossa residência nos dias de hoje? A resposta certamente será não.


Ar-condicionado, computadores, TVs (geralmente mais de uma e muito grandes), vídeo games, celulares e carregadores, sistemas de som e por aí vai. Quanto mais avança a tecnologia maior deve ser a preocupação com a fiação do imóvel. Um exemplo claro disso são os chuveiros. É bem comum comprarmos um chuveiro e ele desligar o disjuntor, tudo porque a fiação não “aguenta” o chuveiro.


Outro fator que pode ser imperativo na hora de considerar a troca da fiação é as leis e novos padrões de segurança. A mudança das tomadas de dois pinos para as tomadas de três pinos é um grande exemplo disso, muita gente precisou realizar essa mudança. Por isso é importante uma revisão periódica da sua instalação elétrica.

Quando é hora de trocar a fiação elétrica do imóvel


Além dos motivos óbvios para a troca da fiação elétrica, como: Falha da rede, queda constante do disjuntor, curtos e inadequações com novas normas. Não há uma regra que diz de quanto em quanto tempo é necessário a troca geral da fiação. Mas existe um consenso que é necessário uma revisão da fiação elétrica uma vez a cada cinco anos.


Essa revisão tem como objetivo encontrar:

  • Possíveis falhas no isolamento dos fios;
  • Ligações com defeito ou com risco iminente;
  • Analisar se a rede ainda é compatível com a realidade dos eletrodomésticos na casa;
  • Inadequações da instalação elétrica;

A partir dessa revisão é determinado a necessidade de troca da fiação e o que exatamente precisa ser trocado. É bom lembrar também que imóveis mais antigos precisam de avaliação constante e adequações a novas normas, como por exemplo trocar a caixa de fusível por um disjuntor moderno.


A troca da fiação elétrica também deve ser feita quando houver a compra de algum eletrônico que pode não ser compatível com a atual fiação e sua capacidade. Chuveiro, ar condicionado, ferramentas, aquecedores e outros estão incluídos nesse caso.


Portanto sempre que for instalar alguma novidade na rede elétrica faça uma consulta com uma empresa de confiança para determinar as trocas necessárias na rede. Mas o mais importante é nunca se esquecer da revisão periódica. Com eletricidade não se brinca, ela é perigosa e silenciosa. Sempre tenha a opinião de um profissional para garantir segurança para você, para sua família, para os seus funcionários, ambiente de trabalho e toda a estrutura do imóvel.


Dicas para proteger a rede elétrica do imóvel


A norma técnica NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – Instalações Elétricas de Baixa Tensão, é feita pensada na melhor proteção para a rede elétrica.

Portanto na hora de planejar a instalação elétrica do imóvel é preciso seguir algumas normas.

Algumas das mais importantes são:
– Não usar cabos PP (500 ou 700 volts), Paralelo ou Torcido (300 volts) em instalações fixas. Esses bacos são destinados apenas para o uso de eletrodomésticos, eles não possuem propriedade antichamas. A proibição do uso desses cabos está em vigor desde 2004.
– Instalação do aterramento. Muitas casas ainda não possuem aterramento ou “fio terra” para ajudar em possíveis descargas elétricas, porém, a instalação é uma obrigação
– Nunca usar cabos “desbitolados”. Esses cabos apresentam grande risco para a rede elétrica e toda a estrutura da residência, eles nem mesmo são aprovados pelo Inmetro (apesar de que algumas encontradas por aí apresentam um selo falso).


Caso você esteja planejando a sua instalação elétrica ou não tem certeza se está tudo de acordo com as novas normas, contrate sempre a ajuda profissional para fazer essa avaliação.


FONTE: Esgotecnica

SAIBA COMO ECONOMIZAR ENERGIA DURANTE A QUARENTENA

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Com toda a família em casa e com os riscos que rondam a economia, diminuir o consumo de energia elétrica pode ser uma das melhores opções para o seu bolso. Saiba quais os itens que mais utilizam energia e quais as dicas para economizar até com os eletrodomésticos mais essenciais.

Com aulas online, home office e a prorrogação do prazo da quarentena estipulada por muitos Estados e Municípios, grande parte da população encontra-se em casa e, consequentemente, é esperado o aumento do consumo de itens essenciais como energia, água e gás. Com o mercado de trabalho instável, economizar até mesmo nos serviços mais importantes se tornou uma opção. Entretanto, diminuir o consumo a partir dos maiores “vilões” da conta de energia é o segredo para quem busca um resultado rápido e sem muitas restrições. Conheça quais são esses equipamentos e confira as nossas dicas de economia!

CHUVEIRO

Para os imóveis que não possuem o sistema de aquecimento solar, um dos eletrodomésticos encontrado em todas as casas e que mais consome energia é o chuveiro elétrico. Um equipamento de 5400W (Watts) de potência utilizado todos os dias por 20 minutos é responsável pelo gasto de até 42 reais no fim do mês. Em média, os chuveiros são responsáveis por 25% a 35% no valor da conta de energia.

Neste momento com as escolas inativas estar atento com as crianças é essencial, já que elas costumam gastar mais tempo que o necessário para o banho diário. Faz bem para o bolso e contribui com o meio ambiente na economia de água. Além disso, aproveitar os dias quentes para diminuir a intensidade do chuveiro pode ser uma ótima opção, pois o consumo pode cair em até 30%. Manter os bicos de saída de água limpos e ligar apenas para o enxague também pode representar grandes mudanças no fim do mês.

COOKTOP ELÉTRICO

Os fogões elétricos cooktop com designer e uso moderno podem causar grandes variações na sua tarifa de energia mensal. Considerando que cada “boca” seja utilizada por 1 hora diária, o resultado pode ser uma surpresa no fim do mês com até 53 reais a mais na sua conta, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), fazendo dele um dos 3 itens que mais gastam energia: geladeira, chuveiro e cooktop.

Para quem busca economia, considere a troca por outro modelo de fogão ou aposte no preparo de alimentos mais rápidos. Também fique atento ao alto gasto desnecessário do “fogo alto”, depois de atingido o ponto de fervura a intensidade pode ser diminuída sem mudanças no tempo de preparo do alimento.

AR CONDICIONADO

Mais do que nunca os aparelhos de ar-condicionado têm ocupado espaço na maioria das casas, por conta de um preço aquisitivo mais acessível e de um conforto inigualável nos climas mais quentes. Entretanto, este equipamento pode representar altos custos para a conta de energia elétrica, principalmente em tempos de quarentena com toda a família em casa.

Um ar-condicionado de 12 mil BTUs usado por 6 horas diárias pode ser responsável por até 117 reais a mais na sua tarifa de energia. Para diminuir o consumo em até 50%, mantê-lo sempre limpo e funcionando em 23 graus é o segredo para não sobrecarregar o equipamento e, principalmente, o seu bolso.

APARELHOS DESLIGADOS

Você sabia que mesmo desligados, mas conectados às tomadas, os eletrodomésticos consomem muita energia? Mesmo em standby, eles chegam a representar anualmente até 240 reais na conta de energia elétrica, segundo pesquisadores. Experimente desconectar da tomada os diversos eletrodomésticos da sua casa e sinta a diferença.

Esteja atento à estas dicas e diminua seu consumo de energia mensal! Com uma fatura controlada, seu dinheiro pode ser usado para muitos outros objetivos. Faça da economia parte da vida da sua família!

QUARENTENA E SOBRECARGAS ELÉTRICAS, SAIBA COMO EVITAR

Águia Branca

Neste período em que a maioria das pessoas se encontram em casa, sobrecargas elétricas que causam princípios de incêndio podem significar um risco para toda a família. Confira nossas dicas para evitar e manter sua casa sempre segura.

No período que enfrentamos deve-se redobrar alguns cuidados, não apenas com a nossa saúde em particular, mas também com o ambiente que vivemos. Os acidentes domésticos são mais comuns do que imaginamos, principalmente os que envolvem eletricidade, sendo fatais na maioria dos casos. Segundo a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (ABRACOPEL), apenas no ano de 2018 houve 61 mortes por incêndios causados por sobrecarga elétrica, dados que podem ser consultados no anuário de 2019. Sobre os dados, a Associação comenta:

“O número de incêndios por curto-circuito reflete a defasagem das instalações elétricas nas edificações. Esses eventos, na maioria das vezes, têm início pela sobrecarga em condutores que, ao terem ultrapassado seus limites de condução de corrente, aquecem e perdem a isolação, dando origem ao fogo. Se atualizadas, as instalações passam a ter dispositivos de proteção que interrompem a sobrecarga evitando o acidente (disjuntores ou fusíveis corretamente dimensionados). O ano de 2018 apontou mais do que o dobro de mortes quando comparado com 2017. […]”

Sendo assim, as chamadas “gambiarras” significam grande perigo para toda a família, estrutura do imóvel e eletrodomésticos. Tomadas mal instaladas e fios elétricos comprometidos podem dar início a um pequeno curto-circuito que gera grandes incêndios se não forem percebidos a tempo, principalmente em residências que contam com forros de madeira. Consultar um eletricista de confiança para realizar as instalações elétricas é sempre a melhor opção.

Na maioria dos casos, o disjuntor da residência desliga diversas vezes quando há algum sinal de risco na rede elétrica. Erroneamente, alguns proprietários tomam a iniciativa de substitui-lo por outro de maior capacidade para resolver o problema. Mas a constante “queda” deste dispositivo deve ser investigada por um especialista, pois a substituição pode fazer com que um incêndio causado por erros na instalação elétrica se alastre sem que o proprietário possa notar a tempo.

Além das instalações elétricas improvisadas, outro exemplo das chamadas “gambiarras” é o uso de benjamins ou “T”. Eles proporcionam fuga de corrente, ou seja, gasto à mais de energia. Especialistas mostram que cada equipamento deve ter uma tomada própria para economia e, principalmente, para evitar acidentes. Sendo assim, aquele aumento inesperado na conta pode representar perigo para o seu lar e para a sua família, porque além da “fuga” de energia elétrica, o benjamim pode sobrecarregar toda a instalação do imóvel e causar curtos-circuitos.

Outro potencial perigo de incêndio nos lares são os celulares e os notebooks. Algumas pessoas preferem carregar esses dispositivos durante a noite ou esquecem de desligar da tomada quando a carga está completa, resultando em constantes acidentes. Dessa forma, especialistas aconselham que essas práticas devem ser evitadas e que os carregadores sejam originais do fabricante. Outra dica é não apoiar estes dispositivos em superfícies de pano, pois pode prejudicar o sistema de refrigeração proporcionando aquecimento, prefira as superfícies lisas e sem objetos que possam alimentar as chamas no caso de acidentes.

Em suma, sempre que notar a presença de um aumento inesperado na conta de eletricidade ou na constante “queda” do disjuntor, fale com um especialista e garanta a segurança de quem você mais ama.

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