Categoria: Dicas

O QUE AVALIAR ANTES DE COMPRAR OS PRODUTOS PARA SUAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

A boa escolha dos produtos a serem utilizados na sua prestação de serviços é um dos pontos mais importantes para que um negócio de certo. Afinal, é a qualidade do produto e a satisfação do cliente que vai garantir o seu sucesso. Confira as dicas que separamos para você!

1 – Valor de Investimento

Quanto você pode investir em materiais e novas ferramentas?

Vale lembrar que a compra de novos materiais e ferramentas para sua prestação de serviço é um investimento que você realiza, seja ele de curto, médio ou longo prazo. Isso porque, se a compra for para uso próprio, você irá precisar de ferramentas que tenham qualidade, funcionalidade e durabilidade para que justifique o valor investido.

E quando falamos de materiais para o cliente, eles precisam garantir que você não terá problemas com os serviços realizados, devido à falta de qualidade dos materiais usados.

Por isso, antes de sair gastando com materiais, é importante você analisar o valor disponível para investir e até mesmo se esse valor já foi colocado junto com o orçamento do cliente.

2- Ter opções

Outro ponto que também deve ser avaliado antes de realizar sua compra, são as opções de produtos e marcas. É importante pesquisar bastante antes de investir, assim, você conseguirá avaliar de maneira correta qual é a melhor opção para o seu serviço.

Aproveite para analisar algumas lojas próximas da sua região para que possa ter uma base de valores e marcas.

3- Referências

Ter referências também é um quesito que te ajudará bastante. Por isso, vale solicitar indicações para seus colegas de trabalho e até mesmo pedir sugestões para o próprio vendedor, como ambos lidam com esses produtos diariamente, vale a pena perguntar.

Com essas referências, você já vai conseguir avaliar o que é bom e ruim, e isso já será possível cortar algumas marcas da sua lista.

4- Compare os preços

Depois de ter feito toda essa pesquisa de marcas e produtos, é importante que você compare os preços entre eles. Mas vale ressaltar que nem sempre o produto mais barato é o que mais vale a pena ser comprado, às vezes o barato sai caro.

Então quando você for comparar os preços, calcule também o custo-benefício, ou seja, não olhe apenas para os números que você vai gastar, mas sim a qualidade deste produto, pois é ela que vai deixar sua prestação de serviço mais profissional.

5- Avaliação do Produto

E a jornada de avaliação da compra do produto não termina assim que ele for comprado. Depois que você comprar, é importante avaliar ele. Testar, ver como funcionou em sua prestação de serviço etc. Assim, na próxima compra, você já saberá com mais facilidade qual produto vale a pena e qual não.

Fonte: Energiluz / Imagens Freepik

LÂMPADAS PISCANDO? ENTENDA O QUE PODE ESTAR ACONTECENDO!

É comum ouvirmos relatos de pessoas preocupadas com lâmpadas piscando em algum cômodo de suas residências, mesmo quando o interruptor está desligado, principalmente quando se trata de lâmpadas fluorescentes. Por isso, separamos algumas dicas para você entender mais sobre este fenômeno. Confira!

Você certamente já passou por uma situação como essa, certo? Mas você sabe o motivo pelo qual isso acontece? Leia este artigo que nós te contamos tudo.

INSTALAÇÃO MAL FEITA: uma das razões que pode ser responsável pelas lâmpadas piscando é a instalação mal feita. Sendo assim, a fase provavelmente vai direto ao receptáculo da lâmpada, interrompendo o neutro e não o interruptor.

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA: o eletroduto contém diversos cabos elétricos para diferentes circuitos. Nesse caso, quando um aparelho é ligado na tomada, pode haver uma corrente elétrica correndo pelo cabo que faz o retorno que vai até a lâmpada e a fase de uma tomada. Isso ocorre devido ao efeito eletromagnético que induz um nível de tensão baixo nesse retorno, mas que mesmo sendo mínimo deixam as lâmpadas piscando.

LUZ PILOTO:  utilizada para facilitar o acesso ao interruptor no escuro, há uma corrente que circula pela luz piloto (retorno-lâmpada-neutro), que também pode estar contribuindo para que as luzes fiquem piscando.

LÂMPADAS PISCANDO É SINAL DE PERIGO?

Além de ser desconfortável, a resposta para essa questão é sim. Vale ressaltar que todo cuidado com a eletricidade dentro de casa é pouco. É preciso ser cauteloso e estar sempre atento aos sinais de perigo. Portanto, ao perceber que há lâmpadas piscando no local em que reside, tome as devidas providências para que o caso não se agrave. Lâmpadas piscando podem colocar a segurança dos moradores em risco, uma vez que pode gerar curto-circuito. O curto-circuito pode parecer simples a princípio, porém, tem a capacidade de resultar desde pequenos até grandes estragos, consequentemente queimando aparelhos eletrônicos e causando incêndios, por exemplo.

COMO SE PREVENIR?

A troca de lâmpadas não adiantou de nada? Bom, optar em fazer gambiarras e por conta própria está fora de cogitação. Não há como resolver sozinho um problema de elétrica no qual você não tem o conhecimento técnico necessário, ainda mais quando estamos falando em eletricidade. O aconselhável é que você procure por uma empresa especializada no assunto. Mas é claro que precisa ser de confiança, afinal, como citamos acima, a má instalação pode ser fatal para que as luzes comecem a piscar sem motivos aparentes.

Lembre-se que o profissional saberá exatamente o que fazer e resolverá sua fiação com agilidade e eficiência. Desse modo, nada de pensar em economizar. Não se esqueça que o barato pode sair caro e você estará investindo nos serviços de alguém que tomara as medidas assertivas para que todos fiquem em segurança.

Fonte: Instil Service / Imagens Freepik

DICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA ELETRICISTAS

Fique atento a algumas recomendações e tome providências para evitar acidentes e aumentar a sua segurança do trabalho. Conheça também algumas normas da segurança do trabalho para profissionais da elétrica e se torne um expert na prevenção de acidentes.

A segurança do trabalho é um direito e dever de todos nós. Quando se falar em trabalho com eletricidade, isso se intensifica ainda mais: hoje, dados estatísticos demonstram que acidentes relacionados a instalações elétricas são muito frequentes no país.

A atitude do profissional acaba sendo a maior fonte de acidentes elétricos. Por isso, é importante conhecer algumas práticas essenciais do trabalho do eletricista para evitar acidentes. Confira tudo isso a seguir!

Principais riscos de trabalhar com eletricidade

1 – Choque elétrico

Com certeza, um dos maiores riscos que o eletricista corre é o do choque elétrico. Isso acontece quando a energia elétrica encontra uma passagem pelo nosso corpo e descarrega para a terra. Ou então, quando o eletricista toca em duas fases elétricas diferentes, o que causa uma passagem elétrica de um fio para o outro.

O choque elétrico causa dor e queimaduras, mas também pode causar paradas cardíacas e contrações musculares. As principais causas do choque elétrico é trabalhar sem proteção, sem atenção à descarga elétrica ou improvisar ferramentas.

2 – Arco elétrico

A transmissão da corrente elétrica pelo ar, ou outro princípio isolante, é chamado de arco elétrico ou arco voltaico. Normalmente, corre por curtos-circuitos ou no momento de conexão/desconexão de dispositivos elétricos. Tão nocivo quanto o choque direto, o arco elétrico pode causa queimaduras de terceiro grau ou até mesmo incêndios.

3 – Queimaduras

Podem ser provocadas pelos outros acidentes anteriores ou com contato direto com a eletricidade. As queimaduras desse tipo são mais graves do que as causada por fogo, pois a lesão interna é maior do que a externa (na pele). Além das dicas de segurança mais específicas, procure utilizar botas, luvas e roupas adequadas para evitar qualquer tipo de queimadura.

Principais causas de acidentes de trabalho do eletricista

A maioria dos acidentes de trabalho elétrico é causada pela falta de atenção ou inadequação profissional do próprio eletricista. Podemos citar também outros fatores que causam acidentes elétricos, como:

● Uso incorreto ou ausência de EPIs (equipamentos de proteção individual);

● Uso incorreto de dispositivos elétricos;

● Improviso de ferramentas;

● Uso de EPIs ou ferramentas danificadas;

● Falta de atenção quanto à descarga e corrente elétrica.

Sendo assim, como mudar esse cenário e garantir sua segurança no local de trabalho elétrico?

Como ter mais segurança no trabalho com eletricidade

A NR 10 possui orientações para que o eletricista e profissional da área elétrica possam trabalhar com segurança e saúde. Ela estabelece, entre outros fatores, que o profissional possua todos os documentos e certificações que comprovem sua qualificação.

Portanto, existe também a responsabilidade da empresa garantir a segurança e saúde dos trabalhadores da elétrica. É a empresa que irá informar os trabalhadores de possíveis riscos, bem como tomar providências para evitá-los. Isso envolve o uso de equipamentos de proteção, dispositivos funcionais, qualificação e treinamento de segurança, por exemplo.

O profissional eletricista deve, de acordo com a NR 10, comunicar os possíveis riscos à sua segurança que ele identificou no ambiente de trabalho. Também existe o comprometimento a utilizar os equipamentos de segurança em todas as situações de trabalho.

Fonte: Net Elétrica / Imagens Freepik

NÃO FIQUE NO ESCURO: APRENDA COMO ESCOLHER UM GERADOR DE ENERGIA

A potência e o tamanho dos geradores de energia doméstico são itens fundamentais que devem ser considerados por quem vai adquirir um.

Ter por perto um gerador de energia portátil é uma excelente opção, principalmente para quem vive em áreas propensas a apagões ou para aqueles que curtem o contato com a natureza e sempre visitam locais sem eletricidade.  Em diferentes potências e tamanhos, os geradores podem atender desde uma pequena residência até um grande hospital. Dúvidas sobre como escolher um gerador de energia é muito comum devido aos inúmeros modelos disponíveis.

Na Loja do Mecânico é possível encontrar geradores de energia de 450 reais a 50 mil reais. Por serem menores, os movidos à gasolina são mais baratos do que aqueles movidos a diesel e mais indicados para o uso doméstico. Mas, para a escolha deverá ser levado em conta não apenas o preço e sim a quantidade de equipamentos e eletrodomésticos que deverão ser abastecidos. “Somente a partir da demanda de energia que o equipamento deverá suprir é que será possível fazer a escolha correta”, explica Rose Pessoni, compradora de geradores de energia na Loja do Mecânico.

Para não errar, especialistas alertam que a melhor maneira é somar os Watts de todos os equipamentos que serão abastecidos pelo gerador e acrescentar, em média, mais 20% como margem de segurança. O tamanho do gerador também é importante caso a finalidade seja levá-lo em piqueniques ou acampamentos, por exemplo. Eletrodoméstico com motor, como geladeira, deverá ter seu Watts multiplicado por quatro, pois consomem mais energia no arranque.

COMO ESCOLHER O SEU GERADOR DE ENERGIA

1 – Primeiro você precisa somar a potência (watts) dos seus aparelhos que serão abastecidos pelo gerador isoladamente. Alguns vêm especificados no próprio manual. Caso não encontre basta fazer a seguinte conta:

Tensão X Corrente = Potência

 2 – Depois que encontrar a potência de cada aparelho, some-os. Para os equipamentos com motor elétrico, como geladeira, multiplique o valor por 4, pois o seu acionamento inicial é maior do que ele consome normalmente.

Além disso, para ter uma margem de segurança, é aconselhável somar mais 20% sobre o resultado da soma da potência de todos os itens. Como por exemplo: 5.916W + 20% = 7.100W.

DICAS DE GERADORES DE ENERGIA

Para te ajudar nessa busca por um gerador de energia para uso doméstico, a Loja do Mecânico separou alguns modelos. Mas, lembre-se que a escolha dependerá da quantidade de equipamentos que deverão ser abastecidos.

 Gerador de energia 3100W: esse gerador tem baixo peso, o que facilita o seu transporte, além de ser um equipamento muito resistente. Uma ótima opção para quem gosta de fazer pequenas viagens, como acampamentos e piqueniques. Funciona à gasolina.

Gerador de energia 1000W: indicado para o lazer, iluminação, carregador de baterias e para a realização de diversos serviços, como: construção civil, obra em estrada, pequenos restaurantes. Também pode ser utilizado na área rural, carro de som, viatura de assistência médica e bomba de água.

Gerador de energia 950W: movido à gasolina, esse é um equipamento pequeno, leve e prático. Possui carregador de bateria e é indispensável na falta de energia, na iluminação ou no funcionamento de ferramentas. Também pode ser utilizado para camping, pescarias e casa de campo.

Os geradores de energia têm se tornado cada vez mais comum nos dias atuais, seja para o uso doméstico, lazer e até mesmo para a realização de atividades profissionais.

FONTE: G1 GLOBO / IMAGEM UNSPLASH

INSTALAÇÃO ELÉTRICA AO TEMPO: ATENÇÃO REDOBRADA

O que fazer para proteger os equipamentos que ficam do lado de fora, submetidos ao sol, chuva, poluição, poeira e ações de vandalismo.

Em qualquer situação, o primeiro cuidado quando se trata de uma instalação ao tempo é a escolha dos equipamentos. Devido à presença de chuva, por exemplo, equipamentos como caixas de tomadas e luminárias, que não são específicas para uso externo, apresentarão infiltração, podendo ocasionar corrosão e oxidação dos componentes ou curto-circuito.

Portanto, verifique se o equipamento adquirido possui grau de proteção adequado ao ambiente, resistindo à entrada de poeiras, insetos e projeção de água. Preste atenção para escolher invólucros que tenham grau de proteção IP 44 ou superior.

Em instalações elétricas ao tempo, emendas e conexões são mais vulneráveis a problemas de corrosão do que em instalações internas. Portanto, leve isso em consideração na escolha dos tipos de produtos e técnicas de instalação que vai utilizar. O uso de conectores apropriados para uso ao tempo, assim como proteger as conexões por meio de fitas e luvas isolantes adequadas são exemplos de boas práticas nesses casos. Circuitos que alimentam áreas externas devem contar com a proteção de dispositivos DR (diferencial-residual) instalados no quadro de distribuição.

A instalação do DR não desobriga a instalação do condutor de proteção, que também deve fazer parte do circuito. Ao instalar a tubulação aparente, em muros, por exemplo, dê preferência a eletrodutos que apresentam elevado grau de proteção contra choques mecânicos.

DICAS

Veja a seguir algumas dicas sobre as instalações elétricas ao tempo. As fontes consultadas foram Cristiano Benvindo, da Sanhidrel Cimax Engenharia, e Hilton Moreno, diretor da HMNews Editora.

Quais os produtos e/ou dispositivos que devem ser considerados numa instalação elétrica ao tempo, seja ela residencial, comercial ou industrial? Alguns deles: interruptores e tomadas; fios e cabos; quadros elétricos; invólucros, caixas, motores (no caso de portão automático e bombas); campainhas; dispositivos de iluminação.

Quais os principais fatores que podem atingir a parte externa de uma instalação elétrica? São eles: raios UV (sol), água (chuva), umidade, variação de temperatura (contração e dilatação térmica), poluição, poeira, salinidade (litoral), além de fatores físicos como vandalismo.

O que deve ser previsto para a proteção da instalação contra as ações da chuva e do sol? Os equipamentos e componentes da instalação elétrica devem ser providos dos seguintes tipos de proteção para o uso em ambientes externos:

– Utilização de componentes com nível de vedação elevado (grau de proteção adequado) para evitar a entrada de água e umidade nos dispositivos elétricos.

– Utilização de materiais com resistência aos raios UV quando expostos permanentemente ao sol.

Como deve ser feita a proteção dos usuários contra choques elétricos? Quais os produtos responsáveis por essa função numa instalação? O que não pode faltar? A precondição de proteção básica deve ser assegurada por isolação das partes vivas e/ou pelo uso de barreiras ou invólucros. Para instalações de iluminações próximas a áreas como piscinas, espelhos d’águas, fontes, a alimentação deverá ser em extra baixa tensão. Deve-se também aplicar o dispositivo DR (diferencial residual), que protege as pessoas e os animais contra os efeitos dos choques elétricos, por contato direto ou indireto, causado por fuga de corrente, detectando-a e desligando o circuito imediatamente.

Onde achar ou comprar esses produtos de proteção? Os produtos, na maioria dos casos, são encontrados nos principais centros varejistas de construção civil e em lojas especializadas em produtos elétricos de acesso ao público varejista.

O que deve ser previsto para a conservação da instalação frente às ações do tempo (sol, água, poluição, poeira, etc.)? Optar por equipamentos que recebam tratamento galvanizado a fogo e em casos extremos, utilizar material de aço inoxidável.

O que deve ser usado para valorizar a estética e priorizar a praticidade na instalação externa (uso de canaletas, quadros, tampas, etc.)? Além da aplicação dos invólucros,tampas e coberturas, de forma agarantir o grau de proteção, é recomendável o uso de etiquetasde identificação e pinturas diferenciadas das infraestruturas, de acordo com cada tipo de instalação.

Quais os erros mais comuns e recorrentes verificados na parte externa de uma instalação elétrica? Muitas vezes nos deparamos com situações extremas de negligência emrelação à fiação elétrica exposta, oque torna a instalação vulnerável apossíveis acidentes e danos elétricos.Mas, o mais comum é a aplicaçãode produtos ou componentes nãoadequados para instalação em ambientes externos, muitas vezes, pordesconhecimento ou até mesmo porfalha de projeto da instalação.

Fonte: Eletricista Consciente

CHUVEIRO 110V E 220V! QUAL USAR? COMO ESCOLHER?

Veja qual cabo usar em chuveiro 110V e qual a diferença para o chuveiro 220V. Entenda a importância do uso do disjuntor na instalação do chuveiro elétrico. Neste artigo vamos apresentar todas estas respostas e oferecer várias dicas para não errar na hora de instalar o seu chuveiro!

Apesar de parecer bem simples, a instalação de um chuveiro elétrico deve ser executada observando vários critérios e padrões normalizados que garantem o bom funcionamento e a segurança dos usuários. Infelizmente é muito comum encontrar chuveiros com graves falhas em sua instalação e uma das mais graves é o uso inadequado dos cabos e/ou dimensionamento incorreto do disjuntor, além é claro da má conexão dos cabos do chuveiro que muitas vezes apresenta problema de mau contato.

A utilização de fios e cabos mal dimensionados e disjuntores inadequados causam sérios problemas na instalação como por exemplo, o derretimento dos cabos e da fita isolante que isola as conexões e emendas.

Chuveiro 127V ou 110V?

Uma dúvida muito frequente dos usuários e até mesmo dos profissionais de instalações elétricas é a diferença entre as tensões 127V e 110V, sendo que no Brasil o padrão de tensões para uso residencial e predial é 127V e 220V. A tensão de 110V já foi utilizada no Brasil e ainda é utilizada em alguns países, portanto todos os equipamentos elétricos fabricados no Brasil atualmente estão preparados para operar em 127v.

Sendo assim, se você pedir um chuveiro 110V na loja de material elétrico, naturalmente a tensão do equipamento será 127V, ou seja, o 110V se tornou apenas uma “referência” para o 127V. Atualmente é possível encontrar chuveiros elétricos em diversas potências, dentre as mais comuns estão: as potências de 5500w e 7500w. Ainda é possível encontrar potências menores como 4500w e 3200w.

Como escolher o fio certo?

Para uma correta instalação, é fundamental conhecer a potência e a tensão do chuveiro, em seguida é necessário escolher adequadamente a seção do fio que será utilizado para alimentar o chuveiro e também o disjuntor que fará a proteção da instalação.

Tomando como exemplo um chuveiro de 127V com potência de 5500w, precisamos saber qual a corrente nominal do mesmo, essa informação geralmente está na embalagem do produto ou no próprio corpo do chuveiro, mas não se preocupe se você não encontrar essa informação, basta dividir o valor da potência pela tensão assim como mostra no exemplo abaixo:

Potência (W) e Tensão(V)

5500W / 127V = 43.3 Amperes

Depois de conhecer a corrente, devemos escolher um fio que seja compatível com a mesma, é muito comum encontrar na embalagem do chuveiro a informação de qual fio utilizar, mas também podemos verificar em uma tabela qual é a seção mínima do cabo para esta corrente encontrada. É fundamental escolher um cabo com corrente igual ou maior que corrente do chuveiro, e de acordo com a tabela devemos utilizar um cabo de 10mm² que suporta até 57 amperes. É importante lembrar que a distância máxima também interfere na capacidade do cabo, portanto

A importância do quadro de distribuição

Também conhecido como Quadro de Luz ou Quadro de Disjuntor, o quadro de distribuição é uma das partes mais importantes da sua instalação elétrica. Ele é o painel que concentra todos os cabos que vem do relógio de medição (ou seja, toda a fiação elétrica) e distribuí para os cômodos e tomadas da residência. Acompanhe nosso artigo e conheça sua importância, os dispositivos de segurança que o compõe e os cuidados a serem tomados.

Nas instalações elétricas, o quadro de distribuição é o componente responsável por abrigar um ou mais dispositivos de proteção (e/ou de manobra) e a conexão de condutores elétricos interligados a estes elementos, com a finalidade de distribuir a energia aos diversos circuitos da edificação. O quadro de distribuição é a origem de todos os circuitos que passam pela residência, ele recebe a fiação do padrão de entrada que vem da rua e distribui os condutores de cada circuito, devidamente protegidos por DTM e IDR.

IDR – Interruptor Diferencial Residual


Esse tipo de dispositivo serve principalmente para evitar choques elétricos ou o desgaste de equipamentos pela corrente de fuga. Ele funciona com um sensor que detecta a fuga da corrente, e “desarma”, ou seja, interrompe o circuito em que está ligado nas situações em que essa corrente ultrapassa seu valor nominal. Uma corrente de fuga ocorre quando uma parte da corrente que entra no circuito se perde em sua trajetória, podendo ser desviada graças a um choque elétrico ou por falta de isolação.
Numa residência, em geral utiliza-se IDR com sensibilidade de 30mA, recomendada para proteger contra choques elétricos. IDR’s com sensibilidade superior a essa são usados para proteger o patrimônio, úteis em indústrias. É importante destacar que esse dispositivo não detecta curto-circuito, sendo necessário um disjuntor para complementar a segurança.

DTM – Disjuntor termo magnético


Como o nome sugere, esse dispositivo monitora a temperatura do condutor em que está ligado, e caso ultrapasse seu valor nominal, ele interrompe o circuito no qual está instalado. É usado na proteção contra curto-circuito, pois caso ocorra contato entre uma fase e um neutro ou entre fases, a corrente que flui nos condutores é muito alta e passa a aquecer a fiação. A ausência de disjuntores, nesse caso, pode levar de danos à instalação elétrica até incêndios domésticos.

Você sabe a idade do quadro de distribuição da sua residência?
Mesmo sendo tão importante, ele não está imune a ação do tempo ou de gambiarras. Um disjuntor padrão tem tempo médio de vida de 10 anos, mas é comum encontrar residências que nunca realizaram manutenção nem revisão, e tem suas instalações elétricas com 20, 30 ou mais de 40 anos de idade.
Além do desgaste do tempo, hoje em dia temos muito mais eletrodomésticos do que a 20 anos atrás, e a demanda por tomadas e lâmpadas só aumentou. Nesse cenário, um quadro antigo é insuficiente para atender a necessidade da casa toda, o que causa desligamentos (como quando a “chave cai” ao ligar 2 aparelhos juntos), curto-circuito e até incêndios.

Necessidade de manutenção


A periodicidade da manutenção deve ser adequada a cada tipo de instalação, sendo que essa verificação será menos frequente conforme menor for a complexidade do sistema (quantidade e diversidade de equipamentos). A manutenção preventiva dos quadros de distribuição precisa acontecer sempre que possível, e os testes para detectar problemas têm de ser realizados com a instalação desenergizada. Invólucros, tampas e outros meios destinados a garantir proteção contra qualquer tipo de contato podem ser removidos para fins de verificação ou manutenção, mas devem ser completa e prontamente restabelecidos ao término destes procedimentos”, aconselha o professor.


A verificação da estrutura dos quadros acontece através da observação de seu estado geral quanto a fixação, integridade mecânica, pintura, corrosão, fechaduras e dobradiças, além da conferência do estado geral dos condutores e cordoalhas de aterramento. “Os componentes com partes móveis, como contatores, relés, chaves seccionadoras e disjuntores devem ser inspecionados em relação ao estado dos contatos e das câmaras de arco, sinais de aquecimento, limpeza, fixação, ajustes e calibrações.


O estado da isolação dos condutores e de seus elementos de conexão, fixação e suporte são outros itens que precisam de verificação constante, com o objetivo de detectar sinais de aquecimento excessivo, rachaduras e ressecamentos. “As linhas flexíveis, que alimentam equipamentos móveis, devem ser averiguadas conforme os condutores, bem como a sua adequada articulação”, complementa o profissional.


Recomendação


Seu quadro é Antigo? A energia cai quando você liga 2 eletrodomésticos? Esse é o sinal que você precisa de uma revisão. Chame um eletricista de confiança para que ele verifique quais modificações são necessárias na sua instalação elétrica. Lembre se que uma casa segura é o melhor lar que você pode oferecer para toda a sua família.

Fonte: Desterro Eletricidade / Imagens Freepik

SAIBA QUE CUIDADOS TER DURANTE AS TEMPESTADES

Maior concentração de raios ocorre nos meses do verão! Confira nosso artigo sobre os cuidados necessários em sua residência durante as grandes tempestades.

A temporada de raios ocorre entre os meses de outubro e março, com maior concentração durante o verão. De acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), ocorrem mais de 50 milhões de raios por ano no Brasil.

Segundo Tulio Carvalho, superintendente de sinistros do Grupo BB e Mapfre, os dados da empresa também comprovam esse alto índice. “Nos últimos três anos, atendemos 55.500 ocorrências de danos elétricos, ou seja, reposição e reparação de aparelhos danificados em decorrência da oscilação elétrica em residências e empresas seguradas pela companhia, totalizando indenização de R$ 145 milhões”, afirma. No Estado de São Paulo, local com alta incidência de raios, foram mais de 15.140 sinistros, 27% de todo o País.

Para prevenir danos, Carvalho recomenda que, durante as tempestades, as pessoas evitem utilizar aparelhos eletrônicos conectados à fonte de energia, como televisão, computador, micro-ondas, entre outros, e se afastem de tomadas, janelas, vidraças e portas metálicas. De acordo com ele, também é recomendável não atender ao telefone, exceto se o aparelho for sem fio.

Outra dica do especialista é não deixar vários aparelhos ligados na mesma tomada e, se possível, instalar estabilizadores de energia, como módulos isoladores ou no-break, nos aparelhos que necessitam estar diretamente ligados à rede elétrica, como computadores e impressoras.

A instalação do para-raios também pode ajudar. Quem mora em casa deve procurar um especialista para a instalação correta. Quem reside em apartamento deve procurar a administração do condomínio para se certificar de que o equipamento esteja em condições ideais.

Também existem os dispositivos de proteção contra os efeitos das descargas indiretas, denominados DPR. Normalmente, estes dispositivos são instalados no quadro de distribuição de energia, utilizados em residências e pequenos imóveis comerciais ou de serviços para a proteção de descargas atmosféricas indiretas e para a prevenção contra sobretensões da rede de distribuição.

Segundo Carvalho, apesar de pouco conhecido, esse equipamento é um dispositivo de segurança para o qual a norma brasileira de instalações elétricas NBR 5410/2004 impõe compulsoriamente o uso em duas situações: em edificações alimentadas total ou parcialmente por rede aérea e que estejam sujeitas a mais de 25 dias de trovoadas por ano e em edificações com para-raios.

Além de todos esses cuidados, Carvalho orienta que as pessoas devem ficar atentas ao contrato do seguro residencial, pois ele pode conter a cobertura de danos elétricos. Trata-se de uma cobertura importante e complementar, que pode ser escolhida no momento da contratação da apólice. Outro ponto importante são os serviços de assistência 24 horas, que contam com especialistas, como eletricistas, que podem ajudar na resolução de problemas.

Fonte: Zap Imóveis / Imagens Freepik

POR QUE OS PLUGUES DE TOMADAS NÃO SÃO PADRONIZADOS NO MUNDO TODO?

Até parece que eles gostam de complicar nossas vidas! Muito mais fácil seria um modelo internacional de tomada. Entretanto, muitas foram as tentativas para instaurar um modelo em comum, mas o resultado nunca foi alcançado. Acompanhe nossa matéria e entenda mais sobre as confusões em torno desses plugues.

Quem costuma viajar com frequência ao redor do mundo já deve ter passado por isso: a maldita tomada do hotel não encaixa o plugue para carregar o telefone ou o computador. Em um mundo cada vez mais globalizado, por que existem milhares de padrões diferentes para tomadas?

Bem, não “milhares”, mas ao menos 15 tipos diferentes são os mais populares ao redor do globo. E é claro que todos querem que o seu padrão seja o adotado internacionalmente, mas não é isso que aconteceu. Quando Nikola Tesla inventou um meio de transmissão de corrente alternada a longas distâncias, ele imaginava que o mundo ficaria restrito aos 110 V, que foi o estudado e desenvolvido por Thomas Edison.

Acontece que se descobriu que o dobro de tensão – por volta dos 220 V – era muito mais eficiente para algumas finalidades, tornando-se popular em várias regiões. Assim, os plugues desenvolvidos nos EUA já não eram mais eficientes, levando cada país a desenvolver o seu próprio plugue.

Problema antigo

E se você pensa que o problema da falta de internacionalização de um plugue é coisa dos tempos atuais, você está enganado: lá no longínquo ano de 1934, uma galera da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês) se reuniu na Holanda para discutir uma padronização internacional. Depois de muito bate-boca em vão, nada foi resolvido. Com a explosão da Segunda Guerra Mundial na sequência, o debate foi deixado em segundo plano.

Quando as conversas foram retomadas nos anos 1950, já era tarde demais… Cada país tinha seu próprio padrão e sairia muito caro trocar todas as tomadas e plugues de TODOS os aparelhos e TODOS os lugares do mundo. Assim, foi mais fácil empurrar o problema para gerações seguintes.

Em 1986, a IEC novamente se reuniu, chegou a um consenso e criou o plugue tipo N. Alguém ligou para ele? Bem, naquela época ninguém. Só o Brasil resolveu adotar o padrão internacional, mas isso 21 anos depois, em 2007. De lá para cá, tivemos que trocar tudo e nos adaptar à sugestão de padronização mundial, sendo que NINGUÉM MAIS NO MUNDO fez isso.

Segundo Gabriela Ehrlich, chefe da IEC, em entrevista ao Gizmodo, a única chance de esse mega problemão ser resolvido seria a popularização das cargas de indução, isto é, a energia sem fio. E por mais que isso seja discutido e esteja em desenvolvimento, é bastante provável que só tenhamos resolvido essa questão daqui algumas décadas – você aguenta esperar?

Fonte: TecMundo / Imagens Freepik

REFORMA ELÉTRICA: 8 SINAIS DE QUE A HORA CHEGOU!

Esteja atento à reforma elétrica necessária do seu imóvel! Confira nossas dicas e saiba quais os sinais mais comuns de uma instalação comprometida que pode colocar sua família em risco.

A instalação elétrica é planejada no momento do projeto de uma casa ou um edifício. É bem comum que as pessoas que moram no lugar não tenham participado do processo da construção, e por isso não têm ideia de como está a situação atual do sistema elétrico do empreendimento. O que muitas vezes também nos impede de ter mais cuidado é o fato da instalação elétrica estar “escondida” nas paredes ou forros. Não dar a devida atenção a isso pode causar o adiamento de uma reforma elétrica bastante necessária.

Mesmo que aparentemente esteja tudo funcionando, uma má instalação ou a falta de uma reforma elétrica pode prejudicar tanto na conta de luz como na segurança dos moradores. E são sinais do dia a dia que revelam a necessidade – e a urgência – de uma reforma elétrica.

É mais fácil prestarmos atenção nesses problemas em nossas casas, mas lembre-se que você está cercado de instalações elétricas. Se você perceber esses sinais em seu trabalho, por exemplo, você deve alertar os responsáveis que podem não ter conhecimento disso. Nesse post, vamos abordar justamente os detalhes mais fáceis de serem identificados!

8 sinais que indicam uma reforma elétrica

– Fios descascados

Se você encontrar fios ou cabos em más condições, ou seja, descascados, amassados ou em estado de corrosão, é um sinal que eles precisam ser substituídos com urgência.

Lembre-se que são eles que irão conduzir a eletricidade com segurança. O tamanho e a espessura dependem da potência da corrente elétrica dos equipamentos. Por isso é importante que eles sejam de qualidade e adequados para os aparelhos que você possui, evitando possíveis curtos.

– Temperatura elevada

Ao perceber que fios, tomadas e interruptores aquecem muito, é recomendado que você contrate um profissional para identificar o problema e fazer trocas desses materiais elétricos.

– Ligações de tomada e disjuntores

Se você está fazendo muitas ligações de tomada e disjuntores ou pequenos ajustes na instalação com mais frequência, é mais seguro e adequado viabilizar uma reforma elétrica. Lembre-se também de nunca ligar um fio diretamente na tomada, e cuidado com o uso de benjamins para não sobrecarregar a instalação elétrica – o ideal é apenas um aparelho por tomada.

– Disjuntores desarmando com frequência

O caso de disjuntores desarmarem com frequência ou os fusíveis queimando é um sinal de que a instalação está sobrecarregada. Casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica também devem ser observados com atenção. Novamente, o mais recomendado é procurar um eletricista para fazer uma avaliação.

– Tomadas e disjuntores muito perto de pias e torneiras

Tomadas e disjuntores perto de locais com água ou outros líquidos não é muito seguro. Se aparelhos eletrônicos entrarem em contato com a água, pode resultar em uma pane elétrica e dar um choque na pessoa que estiver usando os equipamentos. Se não tiver como aumentar essa distância, redobre a atenção. No caso de entrar em contato com a água, desligue primeiro o aparelho da tomada para depois recuperá-lo.

– Choques

Se você está tomando choques no registro do chuveiro ou na porta da geladeira, por exemplo, é um sinal importante de que a instalação elétrica está com problemas, além de ser super perigoso para a pessoa que levou o choque, dependendo da intensidade da descarga elétrica.

Para se proteger, é recomendado ainda que você fique longe de fios que não estão encapados, seja em casa ou na rua. Com as crianças o cuidado deve ser ainda maior. Colocar protetores nas tomadas é uma das principais recomendações.

– Cheiro de queimado

Ao sentir cheiro de queimado ou perceber sinal de fumaça e cabos derretidos procure o mais rápido possível um profissional. Evite que algo mais grave aconteça, como um incêndio.

– Oscilação na energia elétrica

A interrupção de energia pode não ser culpa da sua instalação elétrica, mas se acontece com frequência, vale a pena investigar. O corte repentino de energia ou oscilações podem danificar aparelhos eletrônicos e causar danos mais sérios para empresas que trabalham com dados, por exemplo, ou serviços cruciais, como hospitais.

Mais eficiente do que esperar aparecerem os sinais de uma reforma elétrica, são pequenas ações preventivas, que podem evitar que esses problemas aconteçam, além de deixar você mais seguro contra curtos-circuitos, choques e incêndios.

– Quando for viajar e se ninguém ficar em casa, desligue os aparelhos das tomadas;

– Para trocar uma lâmpada, desligue os disjuntores e a chave geral;

– Evite deixar cortinas ou tapetes perto dos fios elétricos;

– Procure a ajuda de um técnico sempre que achar necessário, ou seja, evite tentar resolver problemas na instalação elétrica por conta própria.

Instalações antigas são mais propensas a dar problema, porque não foram feitas para alimentar os aparelhos elétricos de hoje, que precisam de muito mais energia. Por isso, construções antigas são ambientes mais fáceis de serem sobrecarregados. Imagine: você aumenta o consumo de energia, mas a instalação elétrica que foi projetada para aguentar poucos aparelhos continua a mesma. A conta não bate!

Por isso, independentemente do tempo que a construção foi feita, o mais recomendado é revisar a instalação elétrica a cada 5 anos, através de uma inspeção e manutenção preventiva. Evite ainda fazer pequenos reparos e deixar que eles se acumulem. Isso pode dificultar o processo da reforma. Você pode até acabar gastando mais do que o necessário, caso fizesse uma manutenção segura e rotineira, e não só quando os problemas aparecem.

Fonte: Decorwatts