POR QUE OS PLUGUES DE TOMADAS NÃO SÃO PADRONIZADOS NO MUNDO TODO?

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Até parece que eles gostam de complicar nossas vidas! Muito mais fácil seria um modelo internacional de tomada. Entretanto, muitas foram as tentativas para instaurar um modelo em comum, mas o resultado nunca foi alcançado. Acompanhe nossa matéria e entenda mais sobre as confusões em torno desses plugues.

Quem costuma viajar com frequência ao redor do mundo já deve ter passado por isso: a maldita tomada do hotel não encaixa o plugue para carregar o telefone ou o computador. Em um mundo cada vez mais globalizado, por que existem milhares de padrões diferentes para tomadas?

Bem, não “milhares”, mas ao menos 15 tipos diferentes são os mais populares ao redor do globo. E é claro que todos querem que o seu padrão seja o adotado internacionalmente, mas não é isso que aconteceu. Quando Nikola Tesla inventou um meio de transmissão de corrente alternada a longas distâncias, ele imaginava que o mundo ficaria restrito aos 110 V, que foi o estudado e desenvolvido por Thomas Edison.

Acontece que se descobriu que o dobro de tensão – por volta dos 220 V – era muito mais eficiente para algumas finalidades, tornando-se popular em várias regiões. Assim, os plugues desenvolvidos nos EUA já não eram mais eficientes, levando cada país a desenvolver o seu próprio plugue.

Problema antigo

E se você pensa que o problema da falta de internacionalização de um plugue é coisa dos tempos atuais, você está enganado: lá no longínquo ano de 1934, uma galera da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês) se reuniu na Holanda para discutir uma padronização internacional. Depois de muito bate-boca em vão, nada foi resolvido. Com a explosão da Segunda Guerra Mundial na sequência, o debate foi deixado em segundo plano.

Quando as conversas foram retomadas nos anos 1950, já era tarde demais… Cada país tinha seu próprio padrão e sairia muito caro trocar todas as tomadas e plugues de TODOS os aparelhos e TODOS os lugares do mundo. Assim, foi mais fácil empurrar o problema para gerações seguintes.

Em 1986, a IEC novamente se reuniu, chegou a um consenso e criou o plugue tipo N. Alguém ligou para ele? Bem, naquela época ninguém. Só o Brasil resolveu adotar o padrão internacional, mas isso 21 anos depois, em 2007. De lá para cá, tivemos que trocar tudo e nos adaptar à sugestão de padronização mundial, sendo que NINGUÉM MAIS NO MUNDO fez isso.

Segundo Gabriela Ehrlich, chefe da IEC, em entrevista ao Gizmodo, a única chance de esse mega problemão ser resolvido seria a popularização das cargas de indução, isto é, a energia sem fio. E por mais que isso seja discutido e esteja em desenvolvimento, é bastante provável que só tenhamos resolvido essa questão daqui algumas décadas – você aguenta esperar?

Fonte: TecMundo / Imagens Freepik

REFORMA ELÉTRICA: 8 SINAIS DE QUE A HORA CHEGOU!

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Esteja atento à reforma elétrica necessária do seu imóvel! Confira nossas dicas e saiba quais os sinais mais comuns de uma instalação comprometida que pode colocar sua família em risco.

A instalação elétrica é planejada no momento do projeto de uma casa ou um edifício. É bem comum que as pessoas que moram no lugar não tenham participado do processo da construção, e por isso não têm ideia de como está a situação atual do sistema elétrico do empreendimento. O que muitas vezes também nos impede de ter mais cuidado é o fato da instalação elétrica estar “escondida” nas paredes ou forros. Não dar a devida atenção a isso pode causar o adiamento de uma reforma elétrica bastante necessária.

Mesmo que aparentemente esteja tudo funcionando, uma má instalação ou a falta de uma reforma elétrica pode prejudicar tanto na conta de luz como na segurança dos moradores. E são sinais do dia a dia que revelam a necessidade – e a urgência – de uma reforma elétrica.

É mais fácil prestarmos atenção nesses problemas em nossas casas, mas lembre-se que você está cercado de instalações elétricas. Se você perceber esses sinais em seu trabalho, por exemplo, você deve alertar os responsáveis que podem não ter conhecimento disso. Nesse post, vamos abordar justamente os detalhes mais fáceis de serem identificados!

8 sinais que indicam uma reforma elétrica

– Fios descascados

Se você encontrar fios ou cabos em más condições, ou seja, descascados, amassados ou em estado de corrosão, é um sinal que eles precisam ser substituídos com urgência.

Lembre-se que são eles que irão conduzir a eletricidade com segurança. O tamanho e a espessura dependem da potência da corrente elétrica dos equipamentos. Por isso é importante que eles sejam de qualidade e adequados para os aparelhos que você possui, evitando possíveis curtos.

– Temperatura elevada

Ao perceber que fios, tomadas e interruptores aquecem muito, é recomendado que você contrate um profissional para identificar o problema e fazer trocas desses materiais elétricos.

– Ligações de tomada e disjuntores

Se você está fazendo muitas ligações de tomada e disjuntores ou pequenos ajustes na instalação com mais frequência, é mais seguro e adequado viabilizar uma reforma elétrica. Lembre-se também de nunca ligar um fio diretamente na tomada, e cuidado com o uso de benjamins para não sobrecarregar a instalação elétrica – o ideal é apenas um aparelho por tomada.

– Disjuntores desarmando com frequência

O caso de disjuntores desarmarem com frequência ou os fusíveis queimando é um sinal de que a instalação está sobrecarregada. Casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica também devem ser observados com atenção. Novamente, o mais recomendado é procurar um eletricista para fazer uma avaliação.

– Tomadas e disjuntores muito perto de pias e torneiras

Tomadas e disjuntores perto de locais com água ou outros líquidos não é muito seguro. Se aparelhos eletrônicos entrarem em contato com a água, pode resultar em uma pane elétrica e dar um choque na pessoa que estiver usando os equipamentos. Se não tiver como aumentar essa distância, redobre a atenção. No caso de entrar em contato com a água, desligue primeiro o aparelho da tomada para depois recuperá-lo.

– Choques

Se você está tomando choques no registro do chuveiro ou na porta da geladeira, por exemplo, é um sinal importante de que a instalação elétrica está com problemas, além de ser super perigoso para a pessoa que levou o choque, dependendo da intensidade da descarga elétrica.

Para se proteger, é recomendado ainda que você fique longe de fios que não estão encapados, seja em casa ou na rua. Com as crianças o cuidado deve ser ainda maior. Colocar protetores nas tomadas é uma das principais recomendações.

– Cheiro de queimado

Ao sentir cheiro de queimado ou perceber sinal de fumaça e cabos derretidos procure o mais rápido possível um profissional. Evite que algo mais grave aconteça, como um incêndio.

– Oscilação na energia elétrica

A interrupção de energia pode não ser culpa da sua instalação elétrica, mas se acontece com frequência, vale a pena investigar. O corte repentino de energia ou oscilações podem danificar aparelhos eletrônicos e causar danos mais sérios para empresas que trabalham com dados, por exemplo, ou serviços cruciais, como hospitais.

Mais eficiente do que esperar aparecerem os sinais de uma reforma elétrica, são pequenas ações preventivas, que podem evitar que esses problemas aconteçam, além de deixar você mais seguro contra curtos-circuitos, choques e incêndios.

– Quando for viajar e se ninguém ficar em casa, desligue os aparelhos das tomadas;

– Para trocar uma lâmpada, desligue os disjuntores e a chave geral;

– Evite deixar cortinas ou tapetes perto dos fios elétricos;

– Procure a ajuda de um técnico sempre que achar necessário, ou seja, evite tentar resolver problemas na instalação elétrica por conta própria.

Instalações antigas são mais propensas a dar problema, porque não foram feitas para alimentar os aparelhos elétricos de hoje, que precisam de muito mais energia. Por isso, construções antigas são ambientes mais fáceis de serem sobrecarregados. Imagine: você aumenta o consumo de energia, mas a instalação elétrica que foi projetada para aguentar poucos aparelhos continua a mesma. A conta não bate!

Por isso, independentemente do tempo que a construção foi feita, o mais recomendado é revisar a instalação elétrica a cada 5 anos, através de uma inspeção e manutenção preventiva. Evite ainda fazer pequenos reparos e deixar que eles se acumulem. Isso pode dificultar o processo da reforma. Você pode até acabar gastando mais do que o necessário, caso fizesse uma manutenção segura e rotineira, e não só quando os problemas aparecem.

Fonte: Decorwatts

ECONOMIA DE ENERGIA: 5 ARTIGOS ELÉTRICOS ESSENCIAIS PARA A SUA CASA E CONDOMÍNIO!

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Você sabia que é possível fazer economia investindo em artigos elétricos e tecnológicos? Alguns contribuem para uma melhor eficiência energética e outros previnem descuidos, como quando saímos e deixamos a luz acesa. Nós vamos mostrar os melhores do mercado neste post.

Economizar energia faz bem para o meio ambiente e mantém as despesas balanceadas em casa e nas empresas. Fato! Porém, é comum deixar essa preocupação de lado quando isso significa diminuir o uso de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, tão essenciais na nossa rotina. A ideia de economia fica ainda mais difícil de ser implementada quando entendemos que a conta de luz não depende apenas do nosso consumo, mas também da bandeira tarifária proposta pela ANEEL naquele mês.

Como essas tarifas não estão sob o nosso controle e deixar de usar eletrônicos está fora de questão, é muito importante saber que você está fazendo o máximo para conter o consumo de outras formas. Imagine a conta daquele mês em que o consumo foi extrapolado e a bandeira tarifária é vermelha? Isso toma proporções ainda mais perigosas quando se trata de uma empresa, um empreendimento comercial ou uma indústria, com alto consumo de energia.

Uma imagem contendo macaco, eletrônico, segurando, mulher

Descrição gerada automaticamente

Temporizadores

Esse aparelho permite que você programe o tempo que um outro equipamento permanecerá ligado. Atualmente a instalação de um temporizador já é mais acessível e pode ser usado para ligar ou desligar lâmpadas, computador, televisão, entre outros aparelhos.

Você pode também optar pela compra de aparelhos que já oferecem a opção do timer, como no caso do ar-condicionado e em televisões. Pode ser bem útil principalmente na hora de dormir, pois você pode programar para que eles desliguem sozinhos, já que não estão sendo usados.

Sensores de presença

Bem comum em corredores, halls e escadas de prédios, por exemplo, estes sensores permitem que as luzes acendam ou apaguem ao detectar ou não algum movimento. Ideal para ambientes em que é mais difícil controlar a todo o momento se a luz está apagada quando não tem ninguém precisando dela, né? Basicamente, os sensores de presença podem ser sensíveis à radiação infravermelha ou ao ultrassom. Já o tempo que a luz permanece acesa é possível ajustar no produto mesmo, assim você consegue programar o tempo mais adequado para cada situação.

Dimmer

Também chamado de variador de luminosidade, é um aparelho que controla a intensidade das lâmpadas. O dimmer ajuda a economizar uma vez que ele diminui a potência da luz, e com isso é possível também prolongar a vida útil da lâmpada. Além disso, ter a possibilidade de regular essa intensidade pode ser bem interessante para a decoração – e o aconchego! – de ambientes como a sala e o quarto.

Lâmpadas de LED

Esse é um dos principais itens que você pode mudar com facilidade e garantir uma boa economia. As lâmpadas de LED são bem versáteis e possuem um excelente custo-benefício em relação a outros tipos de lâmpadas, como a incandescente e fluorescente. A sua vida útil é outra vantagem: equivale a 625 dias, caso ficasse ligada ininterruptamente. Ainda que tenham um preço elevado, vale o investimento, principalmente em longo prazo. A lâmpada de LED pode oferecer uma economia de até 35%, se comparada com uma fluorescente, e de até 90%, se comparada com uma incandescente. Isso acontece porque a de LED precisa de bem menos energia (watts) para funcionar – ela converte energia elétrica diretamente em luz, além de praticamente não esquentar o ambiente para atingir sua capacidade total.

Pintar as paredes com cores claras (elas refletem e espalham com mais facilidade a luz para o ambiente), manter o lustres limpos (para aproveitar bem a potência da lâmpada) e apagar a luz quando sair são algumas ações que podem contribuir para a economia de energia, usando uma lâmpada de LED ou qualquer outro modelo. Tente também aproveitar ao máximo a luz do dia!

Selo Procel

Procure sempre adquirir aparelhos e eletrodomésticos com o Selo Procel de Economia de Energia. Ele indica ao consumidor quais são mais eficientes, consumindo menos energia. Cada equipamento possui um índice de consumo e desempenho, de acordo com a sua categoria. Com isso você garante mais economia e um consumo sustentável. Vale a pena ficar atento no momento da compra!

É interessante acompanhar a evolução da tecnologia, ainda mais quando ela proporciona facilidades como essa, não acha? Por isso, tente ficar de olho em lançamentos e produtos que podem trazer benefícios para a sua residência ou ambiente de trabalho, principalmente se proporcionar economias.

FONTE: Blog Decorwatts / Imagens by Freepik

DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA ELÉTRICA NO INVERNO

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No inverno, nossos hábitos em casa mudam bastante e, consequentemente, podemos notar uma mudança significativa na conta de luz. Mas, tem como economizar energia elétrica nos meses mais frios. Veja nossas dicas.

Mudança de hábitos

No inverno, a tendência é sair menos e ficar mais tempo dentro de casa. Por isso, as luzes ficam acesas por mais tempo e usamos mais o computador, a TV, etc. Por outro lado, diminuímos o uso de ar-condicionado e ventiladores.

A não ser que utilizemos aquecedores ou a função Quente do ar-condicionado, o consumo com climatização diminui – até porque o Brasil é um país que não costuma ter invernos rigorosos.

O item que costuma fazer o papel de vilão durante o inverno é o chuveiro elétrico. Com banhos mais longos e quentes, o consumo de energia elétrica aumenta bastante.

Chuveiro elétrico

Se o maior vilão no consumo de energia elétrica é o chuveiro, tente tomar banhos mais curtos. O melhor horário para banhos é à noite, quando a água da caixa d’água recebeu o calor do sol (no caso de dias ensolarados, é claro). Dessa forma, o chuveiro tem que trabalhar menos para atingir a temperatura adequada.

Ar-condicionado

O eletrodoméstico que mais costuma gastar energia é o ar-condicionado. Caso você queira utilizá-lo para aquecer a casa durante o inverno, tente manter a temperatura entre 23 e 26° C. Deixar o termostato muito alto vai consumir muita energia, sem necessidade.

Geladeira

Um erro que a maioria das pessoas comete é nunca alterar a temperatura da geladeira. Durante dias frios, não é necessário manter o termostato no máximo, mesmo que a geladeira esteja cheia.

Use o forno

Quem cozinha bastante sabe: forno aceso é sinônimo de aquecimento instantâneo da cozinha. Durante o verão, assar alimentos pode causar desconforto, mas, no inverno, a gente une o útil ao agradável: um belo assado ou um cheiroso bolo, além de alimentarem, esquentam a casa.

Deixe o sol entrar

Nos dias em que o sol aparecer, deixe as cortinas abertas. Se estiver muito frio para abrir as janelas, ao menos facilite a entrada da luz solar, que vai aquecer sua casa sem gasto de energia elétrica.

Não é só durante o inverno que devemos tomar medidas para economizar energia elétrica. Veja nossas dicas de como economizar energia dos eletrodomésticos durante todo o ano.

*O resultado final do processo poderá variar de acordo com os materiais e produtos utilizados, bem como o uso correto do eletrodoméstico.

FONTE: CONSUL

GOVERNO ZERA IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA ENERGIA SOLAR

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Devido à desvalorização do real frente ao dólar, o governo brasileiro zerou o imposto de importação de equipamentos de energia solar. A medida, publicada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (20), visa impulsionar os negócios do setor.

Equipamentos de energia solar terão os impostos de importação zerados até o final de 2021. Entre eles, bombas para líquidos, para uso em sistema de energia solar fotovoltaico que funciona com painéis solares que captam a luz e geram energia elétrica. Também entram na lista de produtos que passam a ter as tarifas de importação zeradas os rastreadores solares, que são aproveitados em grandes usinas para acompanhar a posição do sol ao longo do dia, o que aumenta a produtividade da unidade.

Hoje, o Brasil depende principalmente da China para a aquisição desses dispositivos – o que deve facilitar a compra de módulos fotovoltaicos, além de inversores, outros acessórios e até mesmo bombas para líquidos usadas em sistemas de irrigação que sejam movidas pela tecnologia.

Entretanto, existe o receio de que fabricantes nacionais sofram impactos mercadológicos com a decisão, a serem avaliados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

De acordo com Rodrigo Sauaia, presidente da entidade, a taxa de impostos de importação para módulos solares é de, normalmente, 12%, enquanto os inversores pagam tarifas de 14%. O benefício, que isenta os produtos incluídos na lista de “ex-tarifários”, vale a partir de 1º de agosto e se estende até 2021.

Fonte: Governo do Brasil e Tec Mundo

SENSORES DE PRESENÇA PARA ILUMINAÇÃO: COMO EVITAR OS PROBLEMAS MAIS COMUNS EM CONDOMÍNIOS?

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Conheça os benefícios de adotar o sistema de iluminação por movimento no seu condomínio e saiba qual o melhor modelo para a função que você deseja!


Atitudes antissociais, “excessos” na utilização das áreas comuns e discórdia sobre o comportamento de animais de estimação. Problemas estruturais, fechamento irregular das varandas, conflitos pelas vagas de garagem, inadimplência, escolha dos prestadores de serviço, redução de custos e segurança. Realmente viver em coletividade não é uma tarefa fácil! Cabe ao síndico ter desenvoltura para agir com responsabilidade em questões delicadas. Ele deve ser uma figura de liderança que represente o interesse dos condôminos e assegure que essas dificuldades sejam resolvidas da melhor maneira possível.


Com atribuições tão complexas, toda ajuda é bem-vinda. E em questões de praticidade, redução de custos e segurança, os sensores de presença para iluminação são capazes de evitar dor de cabeça. Quer saber como? Continue lendo este texto!


Como os sensores de presença para iluminação são capazes de ajudar na administração do condomínio?


Bandeira vermelha ou amarela ativas. A conta de energia aumentou de maneira assustadora e você não sabe o que fazer para reverter esse quadro? A solução pode ser instalar sensores de presença nas áreas comuns do condomínio.


Esse tipo de equipamento utiliza tecnologia de detecção de radiação infravermelha. Sua função é ‘perceber’ fontes de calor, reagindo a elas – neste caso, acendendo a luz. Ao usá-los não será mais necessário deixá-las ligadas o tempo todo, ou o porteiro controlar o seu acionamento.


Outro ponto importante: você sabe bem como a portaria pode ser um ponto de entrada de pessoas indesejadas, não é mesmo?


Pedestres entram e saem, chegam entregadores, o abre e fecha dos portões da garagem e moradores pedem os mais diversos tipos de ajuda. O porteiro fica envolvido com isso boa parte do dia. Nesse local estratégico que exige regras e atenção, algumas vezes algo errado acontece, como a entrada de estranhos sem autorização. O resultado? O possível comprometimento da segurança de todos no condomínio.


A adoção de sensores de presença pode ajudar a controlar essa situação. Quando instalado em áreas externas, como a entrada da garagem e jardim, ou interna, como o corredor da área de serviço e acesso aos elevadores, é possível alertar para a presença de pessoas ou carros.


O porteiro, ao perceber a movimentação na câmera, poderá definir se o acesso representa perigo. Já as luzes acesas vão agir como um alerta toda vez que alguém se aproximar e intimidar um possível invasor.

Sensores de presença para iluminação: muito mais simples e econômicos do que você imagina


Viu como a adoção de sensores de presença é capaz de trazer mais praticidade para o dia a dia do condomínio? Isso significa facilitar a administração, já que você não precisará mais se preocupar com reclamações de moradores sobre a luz dos corredores estarem acesas sem necessidade.


Isso sem dizer que a conta de luz poderá ser reduzida! Como também as preocupações com a segurança: todos os ambientes sempre estarão iluminados quando necessário.


Um síndico responsável deve estar sempre atento às inovações relativas à automação para oferecer um serviço de qualidade. E a tecnologia chega para realmente transformar a gestão do condomínio e evitar que problemas simples e repetitivos como esses aconteçam.


Tipos de sensores de presença


Existem diversos tipos de sensores, tanto internos como externos. E eles podem ser colocados no teto, na parede, em muros, na área da piscina, na churrasqueira, entre outros. Cada local e necessidade exige um aparelho específico.


Se um orçamento curto é um limitador para o projeto, não tem problema. Os sensores de presença para iluminação têm custo baixo, além de permitir o controle de diversas lâmpadas somente com um sensor. Isso garante economia, já que serão necessários menos equipamentos.


E como é feita a instalação? Será necessário contratar um especialista, mas o processo é simples e muito mais barato do que você imagina. Agora você consegue escolher a melhor opção para seu condomínio. Certamente terá redução de custos e maior satisfação dos condôminos! Quer continuar a ler conteúdos úteis para o seu dia a dia? Continue lendo o nosso blog!

FONTE: Intelbras

VOCÊ CONHECE OS TIPOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA? FIQUE POR DENTRO DO ASSUNTO!

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Neste artigo falaremos sobre o processo de instalação das lâmpadas públicas, os modelos mais vantajosos e porque a tecnologia LED é a melhor opção para essa e outras funções de iluminação. Continue conosco e confira!

A substituição das lâmpadas comuns por dispositivos de LED na iluminação pública pode representar uma economia de até 85% no consumo das cidades e cerca de 40% nas contas públicas. Esses dados são de um estudo realizado pela Philips em parceria com o Climate Group que avaliou várias cidades ao redor do mundo, incluindo grandes centros como Nova York e Londres.

Ainda de acordo com a pesquisa, a iluminação de áreas públicas, atualmente, representa quase 20% do consumo mundial de energia elétrica e é responsável por 6% das emissões de gases de efeito estufa, o que insere o tema dentro das discussões sobre o aquecimento global.

QUEM É RESPONSÁVEL PELA ILUMINAÇÃO PÚBLICA?

A iluminação pública é essencial para prolongar o período de atividades das cidades e garantir a segurança e a tranquilidade dos cidadãos durante a noite. Entretanto, ainda há muito a ser aprimorado em termos de eficiência e sustentabilidade.

A legislação brasileira esclarece que a iluminação pública é uma responsabilidade integral dos municípios que, em geral, cobram taxas para a manutenção do serviço embutidas na conta de energia elétrica. Sendo assim, todos os processos envolvidos na iluminação urbana como instalação, substituição e compra de lâmpadas, assim como a manutenção da estrutura luminotécnica da cidade, são administrados pela prefeitura. Isso ocorre mesmo quando o acionamento e desligamento das luzes é controlado pela distribuidora da região.

O cidadão que deseja relatar problemas ou solicitar novas instalações em seu bairro deve, portanto, entrar em contato com a empresa responsável pela iluminação pública ou com a prefeitura da sua cidade.

COMO É FEITA A INSTALAÇÃO PÚBLICA?

As lâmpadas de sódio já foram muito utilizadas em estacionamentos, clubes, áreas de eventos e também na iluminação pública. Esse uso em larga escala se deve ao fato de entregarem uma luminosidade muito maior e mais eficiente quando comparadas às lâmpadas domésticas.

O problema é que a sua vida útil é muito menor em relação às lâmpadas de LED, que, por sua vez, também entregam uma luz mais confortável e clara, ideal para tornar o ambiente mais agradável e seguro para as pessoas que utilizam o espaço.

Hoje, as luminárias LED são a solução mais moderna para a iluminar grandes áreas. Além das óbvias vantagens da sua tecnologia, os modelos atuais dispensam preocupações com bocais específicos e trocas constantes de lâmpadas.

Seu uso já é muito comum em áreas externas de clubes, shoppings e condomínios. Além disso, também são utilizadas em locais que exigem uma luminosidade mais forte para facilitar o trânsito de pessoas e veículos no período noturno.

QUAIS OS MELHORES TIPOS DE LUMINÁRIAS PÚBLICAS?

SUPER LED: a luminária pública Super LED é o modelo mais acessível da nossa lista. É fabricada em alumínio ultra resistente e utiliza chips de LED modernos capazes de distribuir a luz de maneira potencializada em grandes áreas urbanas.

LED SMD: com o melhor custo-benefício, a luminária pública LED SMD é a escolha certa para garantir segurança e economia em praças, ruas e estacionamentos. As maiores vantagens dos LEDs SMD são o alto brilho e o menor consumo de energia em relação a outros tipos de LED.

ULTRA LED SMD: para uma solução mais robusta, a luminária pública Ultra LED SMD é a melhor opção do mercado. Com um revestimento diferenciado e um chip de última geração, esse modelo de luminária entrega o melhor desempenho entre todos os modelos da nossa lista.

LED SOLAR:  última palavra em economia e sustentabilidade, as luminárias LED Solar já são muito utilizadas na iluminação de ruas e rodovias. A sua maior vantagem é a bateria embutida recarregável por energia solar, o que dispensa fiação e fonte de alimentação externa.

O relatório revelou que os moradores das cidades avaliadas demonstraram preferência pelas luminárias LED. No Parque do Ibirapuera, em São Paulo, por exemplo, a visitação noturna teve um aumento de 30% após a substituição das lâmpadas.

Segundo a Philips, se apenas os Estados Unidos substituíssem toda a sua iluminação pública por LEDs, haveria um corte de 40% na demanda de energia e uma economia anual de US$53 bilhões. Portanto, não há dúvidas, a tecnologia LED é o presente e o futuro da iluminação e sua luz estará cada dia mais presente nas casas, ruas e empresas de todo o planeta.

VEJA COMO FAZER MEDIÇÃO DE ATERRAMENTO

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Fazer aterramento elétrico é algo primordial para segurança de sua residência, comércio ou indústria, mas a grande dúvida de muitos clientes e até mesmo profissionais da elétrica é: como saber a eficiência do aterramento?

Vamos abordar aqui então dois métodos simples e fáceis para que você eletricista ou até mesmo você leigo no ramo da elétrica possa verificar se o aterramento da sua casa ou comércio está realmente protegendo você e seus equipamentos.

Método de verificação de aterramento 1

Medir um aterramento vai muito além de saber que ele foi instalado de forma correta, ou seja, respeitando tamanho da haste, quantidade de haste, qualidade do solo e bitola dos fios e hastes.

Então vamos ao primeiro método de verificação do seu aterramento elétrico. Nesse primeiro método você vai precisar de um multímetro que seja digital, pois além de ser mais fácil a leitura e interpretação do valor, o resultado apresentado tem maior precisão.

Você precisa colocar seu multímetro em escala de tensão alternada, depois deverá escolher uma tomada de sua residência e inserir uma ponteira no orifício Fase e outro no terra, independentemente da cor, pois o valor a ser mostrado não sofrerá alteração na sua medição de aterramento, e no seu multímetro deverá aparecer uma grandeza próxima do valor entre fase e neutro.

Na confirmação da eficácia do aterramento você agora irá inserir uma ponteira no terra e outra no neutro, e deverá mostrar em seu multímetro um valor abaixo de 3,0v de preferência, caso esse valor esteja superior o seu aterramento elétrico não está tão eficiente quanto você imaginava.

Um ponto importante que devemos lembrar é que, caso mostre em seu multímetro o valor de 0v você deve ficar muito preocupado, pois isso não significa um aterramento super eficaz, muito pelo contrário, isso pode indicar uma falta completa de aterramento.

Método de verificação de aterramento 2

Vamos agora para um método de medição de aterramento elétrico mais caseiro, porém mais eficaz que o anterior, esse é até digno de ser o método substituto de medições com terrômetro, aparelho que mede eficácia de aterramento.

Nesse você vai precisar de uma lâmpada de 60w, um bocal de lâmpada com dois fios já instalados no bocal e um multímetro digital de preferência. Esse teste tem como finalidade medir a tensão entre fase e terra de uma lâmpada incandescente de 60w que está conectada ao bocal, com isso será feito a comparação com a medição entre fase e neutro da mesma tomada. Nesse método de medição de aterramento, é interessante que se obtenha uma diferença de 10v para rede 110v e 20v para rede 220v.

Ajuste seu multímetro para escala de tensão alternada. Meça a tensão entre fase e neutro e anote o valor obtido.  Agora encaixe a lâmpada no bocal, coloque os dois conectores do multímetro um em cada fio do bocal, mas logo na base do bocal e em seguida coloque um fio do bocal na fase e outro no terra da tomada. A lâmpada deverá acender normalmente, dessa forma anote o valor obtido em seu multímetro e faça a comparação de valores conforme explicado no parágrafo anterior, caso esteja menor do que mencionado para cada rede significa que o aterramento está dentro dos padrões.

Agora que você já sabe como verificar seu aterramento elétrico ou o aterramento dos seus clientes é melhor ver antes de ser surpreendido algum dia!

Fonte: Saber Elétrica / Imagens by Freepik

EXCESSO DE UMIDADE PODE COLOCAR EM RISCO A SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

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Curtos-circuitos e oxidação de painéis são alguns problemas que podem ocorrer quando as instalações elétricas ficam expostas à ação da água. Entenda

Lâmpadas que queimam constantemente, goteiras no bocal das luminárias, curtos-circuitos e mau contato na rede elétrica. Esses são alguns indicadores de problemas nas instalações elétricas e que podem ser resultado de falta de controle sobre a incidência da umidade.

Muitas destas ocorrências têm como origem a ausência ou falhas de impermeabilização em lajes e paredes. “Nesses casos, a água percola pelos conduítes e cai no andar inferior através das tomadas e das caixas de passagem”, explica o engenheiro José Miguel Farinha Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI).

“Além de causar vazamentos e gerar mofo e bolor, essas infiltrações podem trazer sérios danos à rede elétrica da edificação”, destaca o especialista José Miguel Farinha Morgado. “Em casos extremos, como a água é um condutor de eletricidade, o usuário pode sofrer choque elétrico quando em contato com a região molhada ou úmida”, acrescenta o engenheiro Darcio Melian, da L2C Engenharia.

INTERFACE IMPERMEABILIZAÇÃO E ELÉTRICA

A principal norma técnica que trata da impermeabilização de estruturas, a ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização – Seleção e Projeto, estabelece algumas práticas para evitar que a água e a umidade gerem danos às instalações.

Uma delas é a de que todas as tubulações elétricas que passam paralelamente sobre a laje sejam executadas sobre a impermeabilização e nunca sob ela. “A mesma norma estabelece que as tubulações transpassantes nas lajes impermeabilizadas sejam rigidamente fixadas à estrutura com material compatível com os arremates”, comenta Morgado.

Outra prática estipulada em norma diz respeito às caixas de inspeção, passagem e tomadas, que precisam estar posicionadas em cota acima do nível do rodapé do sistema impermeabilizante para evitar a penetração de água.

Morgado destaca, ainda, a importância de se garantir que a instalação de antenas, para-raios, equipamentos de condicionamento de ar e outros, não coloque em risco a estanqueidade das lajes de cobertura. “Em lajes de cobertura, devem ser previstos pontos para fixação de antenas, para-raios, equipamentos de condicionamento de ar e outros”, afirma o diretor do IBI.

Com relação ao processo de impermeabilização, cada edificação possui suas particularidades. Por isso mesmo, é necessária a definição de um processo de proteção contra a água personalizado. Mas, em todos os casos, a garantia de qualidade e longa vida útil ao sistema depende da contratação de empresas especializadas para a realização do serviço. “É importante, também, dispor de projetos de impermeabilização consistentes, que apresentem, de forma detalhada, os procedimentos para a impermeabilização dos pontos onde existem a passagem dos eletrodutos e caixas de passagens”, ressalta Jefferson Sobral, coordenador de instalações da Trisul.

PROJETO DE ELÉTRICA

Além de impermeabilizar corretamente, há uma série de outros cuidados que podem ser adotados para minimizar os danos à rede elétrica derivados da umidade.

Em edificações novas, por exemplo, não se recomenda a instalação de quadros elétricos em áreas úmidas (banheiros e saunas). “Em edificações existentes que apresentaram alguma ocorrência de infiltração, a orientação é sempre fazer uma verificação cuidadosa das instalações elétricas depois de concluída a recuperação da impermeabilização”, finaliza Darcio Melian.

Fonte: AECweb

AS VANTAGENS DO LED

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O LED apresenta vantagem sem igual quando o assunto é fluxo de luz eficiente. O consumo em Watts é menor em comparação aos outros tipos, implicando numa maior intensidade luminosa sem tanto esforço e desperdício de energia.

Uma iluminação precisa e uniforme é geralmente ideal para manter a segurança e atividade seja no seu dia-a-dia ou em uma empresa. As lâmpadas de LED apresentam modelos ideais para cada tamanho e tipo de ambiente e apresentam economia em consumo de energia sem comparação. Confira os nossos tópicos e veja as vantagens que elas trazem para você:

LED dificilmente queima: as lâmpadas de LED têm em média uma vida útil de 30.000 horas, que dependendo do uso vai durar entre 3 a 10 anos. Como elas contam com um drive interno, dificilmente irá queimar, a não ser que haja algum problema com o dispositivo.

LED é econômico: produzindo a mesma quantidade de luz que as demais, a LED é 80% mais econômica que as lâmpadas incandescentes e 30% mais econômica que a fluorescentes. Necessitando apenas de 20W para produzir lúmen (luz).

LED são mais sustentáveis: diferente das lâmpadas fluorescentes que contém mercúrio no seu interior, toxina essa que é bem prejudicial para nós e o planeta, as lâmpadas de LED não são tóxicas, sendo que 98% dos seus componentes são recicláveis. Pelo fato das lâmpadas de LED terem uma vida útil maior, é economizado o material de produção de até 25 lâmpadas incandescentes.

LED tem baixa emissão de calor: por produzirem pouca luz infravermelha e quase nenhuma emissão de raios UV, as lâmpadas LED praticamente não esquentam e nem emitem calor.

LED funciona em baixa voltagem: como as lâmpadas LED funcionam em baixa voltagem pode ser utilizadas em ambientes externos, conectadas com uma fonte de energia solar.

LED e suas várias cores: com um sistema adequado que é ativado ao toque de um controle remoto, a lâmpada de LED pode assumir milhares de cores dentro do espectro RGB, dessa forma, podendo reinventar qualquer ambiente com esse jogo de cores.

Benefícios no ambiente de trabalho

Agora que você já conheceu todas as vantagens ao adotar esse novo tipo de iluminação no seu cotidiano, conheça quais os benefícios que o LED oferece para a iluminação corporativa!

  • Evita desconforto visual para quem trabalha o dia todo em ambiente fechado, imitando a luz natural.
  • Torna o ambiente elegante e com designer diferenciado, proporcionando conforto e aconchego.
  • Economia de até 95% em consumo de energia.
  • Modelos especiais para iluminação de grandes ambientes.

Permita que a modernidade e a tecnologia cheguem até o seu ambiente de trabalho, escolha os melhores artigos de iluminação para sua empresa e garanta inovação e economia!

FONTE: G-Light ; Ourolux ; CL Luz

Fotos by Freepik

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